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Coluna: Tarifa engole Greca e Beto Richa x professores

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Nesta sexta-feira(17) foi ao ar a primeira coluna semanal (política & café) no site O gazeteiro, com uma grande audiência na região de Londrina, e pilotado pelo experiente jornalista Zé Roberto Alves. A coluna será publicada toda sexta-feira. Os temas abordados foram o tarifaço de Greca no transporte coletivo de Curitiba e a conturbada volta às aulas, com a possibilidade de greve do magistério em resposta ao calote do governo estadual. Confira!

OgazeteirO foi tomar um bom café com o jornalista Milton Alves. Os problemas do Transporte Coletivo e o reinicio das aulas foram os assuntos do cafezinho. Além…
OGAZETEIRO.COM.BR

UFPR divulga nota sobre operação da Polícia Federal

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A Autoridade Universitária divulgou nota sobre a operação da Polícia Federal deflagrada nesta quarta-feira(15) que investiga desvios e irregularidades na concessão de bolsas e auxílios na Universidade Federal do Paraná. Confira

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NOTA OFICIAL DA UFPR

 

Diante da operação deflagrada nesta quarta-feira pela Polícia Federal, a Universidade Federal do Paraná informa:

1.As suspeitas de irregularidades no pagamento de bolsas e auxílios são objeto de investigações internas na UFPR desde dezembro de 2016, quando a própria universidade também tomou a iniciativa de encaminhar o caso à Polícia Federal, para investigação criminal.

2. Assim que tomou conhecimento da suspeita de desvios de verba pública, em dezembro de 2016, a administração anterior da Reitoria determinou a abertura de sindicância para apurar responsabilidades. O procedimento é conduzido por uma comissão formada por dois professores e uma servidora técnico-administrativa e, por força de lei, corre em sigilo. O prazo para conclusão do trabalho é de 60 dias, prorrogáveis por mais 60. A previsão de término dos trabalhos é meados de abril de 2017.

3. As duas servidoras suspeitas de envolvimento no caso já estavam suspensas do exercício de suas atividades funcionais, nos termos da Lei 8112/90, por determinação do atual reitor, Ricardo Marcelo Fonseca.

4. O reitor Ricardo Marcelo Fonseca também já havia determinado, ainda em janeiro, a criação do Comitê de Governança de Bolsas e Auxílios, visando aperfeiçoar os mecanismos de controle sobre esse tipo de pagamento. Também está criada, por meio de portaria, uma comissão para trabalhar no Plano de Transparência e de Dados Abertos da Universidade, instrumento para garantir que a sociedade tenha acesso a todas as informações de caráter público.

5.A Universidade Federal do Paraná tomou todas as providências cabíveis para esclarecer os fatos e responsabilizar os eventuais envolvidos. Com o resultado da investigação, a UFPR solicitará a restituição dos valores ao erário.

6. A gestão do reitor Ricardo Marcelo Fonseca reafirma seu compromisso com a transparência e a ética. Reforça ainda que condena veementemente qualquer prática ilícita e que continuará colaborando com as investigações, tanto no âmbito do Tribunal de Contas da União quanto da Polícia Federal.

Fonte:Superintendência de Comunicação Social

PT, 37 anos: Unidade pela reconstrução do partido

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O PT completa 37 anos de existência, foi a maior agremiação política construída pela classe trabalhadora brasileira, um marco na história das lutas do povo trabalhador por um país mais democrático e justo. Neste momento, o PT debate o seu futuro, hora de todos os militantes, correntes e agrupamentos da legenda realizarem um profundo exame da trajetória política do partido.

 

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O PT enfrenta a fase mais difícil de sua existência. Uma poderosa coalizão de forças reacionárias promoveu um golpe de estado de novo tipo, através do impeachment da presidente Dilma Rousseff, e opera um processo de proscrição política do PT e do ex-presidente Lula. Uma operação de cerco e aniquilamento levada a cabo pelo governo golpista, os partidos da direita, o aparato jurídico-policial e a mídia corporativa, cujo objetivo é cada dia mais claro: impor as políticas exigidas pelo mercado financeiro, de ataques aos direitos dos trabalhadores e à soberania nacional.
O golpe, porém, foi muito facilitado pela política implementada pela direção do PT. Em nome da “governabilidade”, o partido manteve as alianças com inimigos da classe trabalhadora, mesmo quando esses inimigos caminhavam rapidamente para o golpe. O governo Dilma assumiu o ajuste fiscal de Levy e Barbosa, se aproximando do programa tucano. Por fim, adaptando-se às instituições carcomidas, nos 13 anos no qual governou o Brasil, e mesmo quando Lula teve alta popularidade, o PT deixou de fazer as reformas necessárias: política, tributária, agrária, urbana e dos meios de comunicação. 

O PT tem enormes desafios para animar a militância e recuperar a sua mística política. Aquele partido de militância, que organizava núcleos de base nos locais de moradia e trabalho, que nasceu “da decisão dos explorados de lutar contra um sistema econômico e político que não pode absorver os seus problemas, pois só existe para beneficiar uma minoria de privilegiados” (Manifesto de Fundação), perdeu, ao longo de um processo de adaptação e de acomodação institucional, seus profundos vínculos com a classe trabalhadora, com as massas pobres das periferias das cidades e do campo, com a intelectualidade, a classe média progressista e a juventude, forças que sustentavam o nosso projeto político e eleitoral.

Ao promover alianças com partidos da direita e se adaptar às estruturas eleitorais e institucionais baseadas nos financiamentos empresariais milionários de campanhas, aos olhos do povo, o PT foi se confundindo com os demais partidos que sempre criticou. Com o aprofundamento dos efeitos no Brasil da crise capitalista, com desinvestimento privado, desemprego e aumento do déficit público, o governo Dilma foi incapaz de sustentar um programa de enfrentamento ao falso consenso imposto pelo mercado, contrariando o conteúdo de campanha eleitoral da sua reeleição e aceitando o discurso da necessidade do ajuste fiscal.
Apesar da resistência ao golpe e ao governo ilegítimo de Temer, o PT e a esquerda não conseguiram reconquistar o apoio, a confiança e a identidade da classe trabalhadora, dos pobres e dos setores médios, inconformados com o ajuste fiscal implementado pelo governo Dilma/Levy e já impacientes com o adiamento por 13 anos das profundas mudanças sociais aspiradas. Tudo isso combinado com as ações da Operação Lava Jato, que atingiram fortemente a imagem do PT, levando para a cadeia parte da direção histórica do partido. Tal como quando da AP-470, o PT não foi capaz de denunciar o caráter da operação, voltada unicamente para estrangular o partido, as organizações dos trabalhadores e, assim, facilitar o golpe.
Resgatar os vínculos com essas classes e camadas do povo exige um novo reposicionamento político, a renovação de métodos e práticas e, sobretudo, um novo compromisso político, baseado na necessidade de um instrumento político que impulsione um projeto de sociedade inclusiva e transformadora. Enfim, um sujeito político da classe trabalhadora e do povo brasileiro para realizar as reformas estruturais necessárias e indispensáveis para a reconstrução do país em bases verdadeiramente democráticas. O que só pode ser feito por uma Assembleia Nacional Constituinte democrática e soberana, que dê a palavra ao povo e faça as reformas profundas exigidas pelo país.
Uma nova direção política do partido, em todas suas instâncias internas, terá o imenso desafio político de retomar o diálogo com esses setores populares e enfrentar o programa ultraliberal, antinacional e antipopular aplicado pelo governo golpista, para voltar a se tornar a esperança do povo brasileiro. Terá, portanto, que apontar, sem rodeios, para uma via de enfrentamento e resistência ao ajuste fiscal, às privatizações e aos ataques aos direitos trabalhistas e previdenciários em curso, voltando suas forças para a organização de base, dos sindicatos, dos coletivos, dos movimentos sociais e populares.
Ao mesmo tempo, revigorar a vida interna, valorizando a militância, ampliando a participação dos filiados nos mecanismos decisórios, via consultas diretas por meios digitais, de encontros deliberativos abertos e de retomada da nucleação de base dos petistas. Propomos que o Congresso do PT discuta o fim do PED como uma medida essencial para essa retomada, acabando com esse mecanismo que divide o partido, é “de cima para baixo” e impede o livre debate para fortalecermos nossa organização partidária.
Nestes 37 anos, o balanço da trajetória do partido exige também a unidade e o compromisso de todos pela reconstrução do PT.
Vida longa ao PT e sua combativa militância!

Até sempre, dona Marisa

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O blog reproduz o comovente artigo da jornalista Maria Inês Nassif sobre o significado da morte de dona Marisa Letícia Lula da Silva. Confira

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Por Maria Inês Nassif*

Não sei se um coração chora, mas a tristeza hoje é tanta que se torna lágrima, uma chuva de lágrimas, uma tempestade. É uma ventania da tristeza que atravessa o país, no momento em que Marisa Letícia, morta, ainda não conseguiu morrer de fato. O seu cérebro cansado foi antes, cheio de dor, de sangue, de mágoas. Calou-a. Não fosse o cansaço, talvez ainda ela pudesse dar um sorriso, dizer um palavrão, contar uma história, proteger a prole; e ameaçar inimigos com a promessa de cuidar do marido para que ele, forte por seu cuidado, os enfrente de peito aberto. O último sopro de vida de Marisa Letícia se foi. Os aparelhos ainda seguram os tique-taques do coração, por pouco tempo. Mas o tique-taque não é mais a vida de Marisa Letícia.


Em dezembro, Marisa, num jantar entre amigos, fez um brinde realista: não a dias melhores, mas à força que deveríamos ter para enfrentar dias ainda mais negros. “Não serão dias fáceis”. Minutos adiante, comentando a perseguição ao ex-presidente Lula, disse que os perseguidores não iriam conseguir matá-lo. Ela não deixaria. “Eu vou cuidar dele e ele vai morrer velhinho”.

Uma profissão de amor e fé no marido. Não serão dias fáceis os que nos esperam e Marisa Letícia não estará ao lado de seu companheiro. Mas terá deixado o seu recado: por piores que os dias sejam sem a sua presença, Lula deverá ter forças para lutar e vencer seus adversários.

Ela cuidará disso, de onde estiver. E, mais tarde, conseguirá, de lá, brindar a nós, que ficamos para trás, e a dias melhores. Tintim, dona Marisa. A dias mais serenos, mais felizes e mais justos, que um dia virão. E que teríamos gostado de compartilhar com você.

*É jornalista

Novos prefeitos: O prefeito-síndico e a cidade protegida

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Boa parte dos novos alcaides eleitos nas grandes capitais tem se notabilizado por um conjunto mais ou menos padrão de medidas midiático-emergenciais, que poderíamos denominar de “limpeza das cidades”. Confira a seguir o artigo de Andrea Caldas na íntegra.

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé e atividades ao ar livre
A imagem pode conter: atividades ao ar livre e área interna

 

Por Andrea Caldas*

Enquanto repetem que encontram dificuldades de caixa e pretendem reduzir o investimento social, ocupam-se com pinturas, blitz, limpeza e retirada de moradores de ruas das áreas centrais.

Greca, aqui em Curitiba, sumiu com os moradores de rua da área central e instaurou uma blitz nos bares para identificar, com pulseirinhas, quem bebeu.

Dória, em SP, se fantasiou de gari e de exterminador de grafites.

Emerge daí o conceito e sensação de cidade limpa e…protegida!

Prefeitos passam a agir, não mais como dirigentes do Estado – de vez que esta gestão, do ponto de vista da decisão e execução está cada vez mais nas mãos das empresas e grupos econômicos- mas, como síndicos de um grande condomínio.

O que se espera é que estes regulem a sociabilidade protegendo os “cidadãos” de ameaças “externas”. E estas ameaças estão materializadas nos diferentes, naquele que não identifico como do meu grupo.

No caso da retirada dos moradores de rua este efeito é imediato. No caso do apagamento do grafite, trata-se de vender a ideia de uma sociedade organizada, que regula onde e o que é considerado intervenção urbana artística.

È assim que Doria explica a medida: “Os grafites serão mantidos em oito espaços já definidos previamente pela Secretaria de Cultura. Os demais, que já estão envelhecidos ou infelizmente foram mutilados por pichadores, serão pintados”. (Uol notícias).

Estas medidas de gentrificação – gostemos ou não- no fundo, captam o sentimento de insegurança social que a globalização acentua e a recessão econômica agrava.

A sociedade global, já nos ensinava Ianni, é aquela que dilui os sentimentos de pertencimento nacional e nos joga na selva das relações assimétricas e desiguais, sem anteparos.

Por isso, a globalização e o recrudescimento de identidades sectárias e grupais não são contraditórias mas, opostos complementares.

Por isso, busco me proteger da selva do mundo, não mais no meu país que se dilui, nem na minha comunidade que deixou de existir mas, nos grupos que o Mercado segmenta e padroniza: no meu condomìnio, no meu zoneamento urbano, na minha escola, no meu plano de saúde, no meu clube, no meu grupo identitário…

Os novos prefeitos, portanto, nada mais são que uma extensão desta relação mercantil projetada para a regulação das cidades.

Por mais que denunciemos as políticas higienistas, é preciso admitir que elas cada vez mais adquirem funcionalidade no mundo que segue desigual e agressivo.

Este é precisamente o segredo do sucesso dos algoritmos que resolvem, de antemão, com quem eu devo ou não me relacionar, que gosto estético devo ter, que opiniões devo emitir.

Um grande síndico global é o sonho de consumo da maioria.

* É professora, diretora do Departamento de Educação da UFPR. Artigo publicado originalmente na página da rede social Facebook da autora.

PT-RS defende posição de ‘nenhum voto aos golpistas’ na Câmara de Deputados

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A executiva do PT no Rio Grande do Sul divulgou nota em que repudia a posição defendida por alguns membros do partido de apoiar a candidatura à reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para presidência da Câmara Federal. 

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O PT RS entende que na eleição da mesa diretora e à presidência da câmara dos deputados nosso partido deve dar um forte recado aos golpistas não apoiando nenhuma candidatura comprometida com este projeto de ataque à classe trabalhadora”, diz a nota.

“Devemos compor um bloco de esquerda, disputar e denunciar neste processo o ataque aos direitos em andamento. A participação deste bloco na mesa diretora é um direito, e este, se ameaçado, deve ser buscado na justiça a exemplo da câmara de Porto Alegre”, acrescenta a executiva, da qual é membro o deputado Paulo Pimenta.

Entre os petistas que defendem uma eventual composição com aliados de Michel Temer no Congresso, “para manter os espaços”, está o ex-ministro Gilberto Carvalho (leia aqui).

Leia na íntegra a nota do PT-RS:

“Nota sobre a eleição da mesa da câmara federal

No ano de 2016 a Câmara Federal promoveu um GOLPE na democracia brasileira, depuseram sem crime de responsabilidade uma presidenta eleita por 54 milhões de brasileiros e brasileiras, quebrando a constituição e o pacto republicano vigente até então em nosso país.

O objetivo do Golpe é de implantar no país o maior retrocesso de Direitos Sociais e trabalhista de nossa história e o congresso nacional tem sido a força que move o golpe e de forma truculenta tem passado toda a agenda golpista como a entrega do petróleo, a reforma do ensino médio, a PEC da morte entre outras.

O PT RS entende que na eleição da mesa diretora e à presidência da câmara dos deputados nosso partido deve dar um forte recado aos golpistas não apoiando nenhuma candidatura comprometida com este projeto de ataque à classe trabalhadora.

Devemos compor um bloco de esquerda, disputar e denunciar neste processo o ataque aos direitos em andamento. A participação deste bloco na mesa diretora é um direito, e este, se ameaçado, deve ser buscado na justiça a exemplo da câmara de Porto Alegre.

Neste sentido a bancada federal gaúcha está orientada a não votar em nenhum golpista.

Fora Temer

Diretas Já

Executiva estadual do PT

Milhões de pessoas marcharam em mais de 80 países contra Donald Trump

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A adesão à Marcha das Mulheres foi massiva em Washington, com mais de meio milhão de pessoas a invadir o centro da cidade. A iniciativa estendeu-se a mais de 670 cidades de todo o mundo.

Foto EPA/Mike Nelson

 

Via esquerda.net

Os protestos históricos encheram as ruas das cidades norte-americanas – de Los Angeles a Boston para Park City, Utah, onde celebridades do Sundance Film Festival se juntaram a uma marcha pelas ruas pejadas de neve. Segundo o Washington Post, em Chicago, a mobilização excedeu todas as expectativas, obrigando a organização a alterar o percurso previsto.

Washington contou com uma adesão massiva, com mais de meio milhão de pessoas a aderir à marcha. O sistema de transporte ficou totalmente sobrelotado. Vários artistas fizeram questão de se juntar aos protestos, entre os quais as cantoras Madonna, Alicia Keys e Cher, as atrizes Scarlett Johanson e America Ferrera e o realizador Michael Moore.

A cantora Madonna, que ostentou um chapéu preto com orelhas de gato, deixou uma mensagem de esperança: “O bem não ganhou nestas eleições [presidenciais, que deram a vitória a Donald Trump], mas ganhará no final”.

“Estão prontos para agitar o mundo? Bem-vindos à revolução do amor”, frisou.

Já Alicia Keys elogiou a força dos manifestantes e cantou a música ‘Girl is on Fire’. Cher afirmou que a subida de Donald Trump ao poder “deixou as pessoas mais assustadas do que alguma vez estiveram”.

“Têm sido tempos difíceis para ser tanto uma mulher, como imigrante, neste país. A nossa dignidade, os nossos direitos têm sido alvo de ataques”, referiu América Ferrera, descendente de primeira geração de uma família de imigrantes hondurenhos.

“Uma plataforma de ódio e de divisão chegou ao poder ontem [na sexta-feira]. Mas o presidente não é os EUA”, acrescentou a atriz.

Scarlett Johanson criticar a promessa do novo Presidente de acabar com os fundos públicos à organização sem fins lucrativos Planned Parenthood (Parentalidade Planeada): “Há consequências muito reais e devastadoras à limitação do que devia ser considerado como um acesso a cuidados básicos de saúde. Para milhões de americanos, a Planet Parenthood é, muitas vezes, a única clínica de confiança e acessível para a garantir educação social, o aborto em segurança e serviços salva vidas”.

O realizador Michael Moore optou por rasgar a capa do Washington Post sobre a tomada de posse de Trump: “Lê-se que o presidente Donald Trump jura acabar com a carnificina americana. Pois nós estamos aqui para jurar acabar com a carnificina de Trump”.

Paris, Berlim, Londres, Lisboa, Barcelona e Melbourne figuram entre as mais de 673 cidades em todo o mundo que replicaram os protestos.

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