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Só Diretas, é a saída robusta e positiva da crise política

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Aprofunda-se a agonia do governo golpista de Temer. A prisão neste sábado (3) do ex-deputado federal Rocha Loures (PMDB-PR) coloca uma verdadeira ‘bomba-relógio’ no colo de Temer, que corre sério risco de ser detonado do Planalto nos próximos dias.

Resultado de imagem para fotos comicio de diretas em CopacabanaPraia de Copacabana, Rio: Fora Temer e Diretas Já!

A crise política do governo golpista ganha novos e graves contornos com a prisão neste sábado do ex-deputado federal Rocha Loures (PMDB-PR), braço direito de Temer. Trata-se de um episódio de alto teor explosivo, caso Loures decida confirmar o que todo mundo suspeita, ou seja, que o ex-deputado é uma espécie de “longa manus” do presidente golpista, na definição do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Neste sentido, intensificam-se as articulações por uma saída do impasse. Duas soluções são apresentadas no tabuleiro político: uma proposta seria a escolha indireta via Congresso Nacional, um pacto que implicaria num arranjo das cúpulas políticas, do aparelho Judiciário e das corporações midiáticas e empresariais. É a saída ‘por cima’, alijando o povo da decisão. Esse movimento segue o seu curso, porém ainda não encontrou um nome que o unifique o establishment.

A saída alternativa, que vai adquirindo volume e potência, é a convocação de eleições diretas e gerais, para presidente e o parlamento.  Uma saída constitucional, que depende de aprovação no congresso, que também se encontra bastante desmoralizado e sem credibilidade política.  É a solução preconizada pelos partidos de esquerda, das frentes e dos movimentos populares e sociais.  Enfim, uma variante política que ingressa o povo na disputa de rumos do país.

A convocação das “Diretas Já” é a saída mais robusta e positiva da crise política, devolvendo ao povo o direito de decisão.  O que permitiria a  abertura de um novo cenário político, protagonizado pela soberania do voto popular, demandando de imediato o fim da agenda regressiva de retirada de direitos trabalhistas e sociais e a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte Exclusiva.

Portanto, para a esquerda partidária e social resta empreender um vigoroso empenho na luta pelas Diretas Já, e só pelas Diretas; a participação da oposição em qualquer arranjo no interior do congresso significará um aval para uma saída conservadora da crise. Vale lembrar, que o cenário atual não comporta semelhanças com a decisão da então oposição de disputar no interior do colégio eleitoral da ditadura em 1984.

Então, é só Diretas!

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