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Arquivo do mês: abril 2016

1° de Maio de alerta para o movimento sindical

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O 1° de Maio de 2016 carrega sinais que causam apreensões para o conjunto do movimento sindical. Embaladas com um possível governo Michel Temer, as entidades patronais comandam intensa ofensiva política visando uma “reforma trabalhista e do sistema previdenciário”, com a redução de direitos e conquistas consagradas na Constituição de 1988

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Unidade da classe trabalhadora para enfrentar ofensiva patronal pós-impeachment

Na última sexta-feira(29), a CNI – Confederação Nacional da Indústria – entregou para o vice-presidente Michel Temer um documento contendo 36 propostas de mudanças na legislação trabalhista. Entre as medidas propostas pelo empresariado destacam-se: a liberação integral da terceirização em toda esfera produtiva, projeto que ainda tramita no Senado; a prevalência do negociado sobre o legislado,  eliminando os dispositivos e cláusulas  protetivas do trabalhador contidas na CLT.

Além disso, a ofensiva patronal opera mudanças que vão impactar diretamente no chão da fábrica, como a pretendida alteração das normas de proteção física do trabalhador no manejo de equipamentos e máquinas regulamentadas através da NR-12, precarizando as condições de trabalho e segurança no ambiente fabril, o que poderá facilitar a ocorrência de acidentes. Com o desmonte da legislação protetiva, são alvos também do furor patronal e anti-trabalhista o intervalo de uma hora para o almoço dos trabalhadores, alguns dirigentes empresariais defendem uma redução para 30 minutos ou de até (pasmem!) 15 minutos.

Trata-se de um embate que ocorre num período de forte contração da economia, com recessão e crescimento do desemprego,  que atinge cerca de 11 milhões de trabalhadores, segundo dados divulgados pelo IBGE também nesta última sexta-feira(29).

Nesses pouco mais de 13 anos, a maior e mais organizada parcela do movimento sindical, em particular as centrais sindicais, atravessou um período de relativa tranquilidade, desfrutando de uma relação amigável com os governos petistas. Foi o período em que se estabeleceu uma política real de valorização do salário mínimo, novamente ameaçada pela mal batizada “Ponte para o Futuro” de Temer, que assegurou ganhos de renda para amplas camadas de trabalhadores urbanos e do campo.

As anunciadas revisões da política de reajuste anual do salário mínimo e da ampliação do tempo para aposentadoria, contidas no projeto de governo de Temer, serão pontos de fortes discórdias com o movimento sindical.

Portanto, neste 1° de Maio soa um sinal de alerta para o movimento sindical, que enxerga um horizonte de incertezas e riscos de regressão para as conquistas trabalhistas. Neste sentido,  o momento indica a necessidade da construção unitária de uma agenda mínima dos trabalhadores para estancar a ofensiva patronal e proteger o emprego e a renda dos que vivem de salário.

Eleições 2016: Movimento ‘A Cidade que eu quero’ será lançado neste sábado

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O Movimento ‘A Cidade que eu quero’ será lançado neste sábado(30) com o objetivo de construir coletivamente e de forma horizontal uma plataforma programática para a disputa no processo eleitoral de outubro. O movimento quer impulsionar a participação pela base de militantes e ativistas sociais na definição de um projeto de cidade com mais democracia, garantia de direitos e o bem viver

Foto de A Cidade Que Eu Quero.
O Direito à Cidade, a questão do transporte público e da mobilidade urbana, saúde pública, cultura, moradia, programas sociais e inclusão, enfim os rumos de Curitiba; E que são nossos aliados para uma projeto de cidade democrática? Temas em debate que exigem a participação e a contribuição de todos companheir@s.
Mais informações:  www.acidadequeeuquero.org.br

Governo Beto Richa recorre ao auxílio de grupo fascista para caluniar manifestação dos professores

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Um ano depois do 29 de abril de 2015, o governo Beto Richa(PSDB) ainda vive o inferno astral resultante do massacre dos professores, episódio de truculência que repercutiu em todo país e no exterior. Para demonizar a APP-Sindicato, o governo recorreu ao auxílio de grupos fascistas na tentativa desqualificar manifestação de hoje do magistério paranaense. Uma vale tudo ‘fake’: postagens falsas nas redes sociais, panfletos apócrifos e pichações no Centro Cívico. São métodos que lembram os antigos grupos que atuavam nos porões da ditadura

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Fake: Pichação feita de madrugada por apoiadores do governador para desviar o foco da manifestação

Como não fez ‘mea culpa’, o governo estadual e seus aliados buscam no terreno da fantasia justificar os crimes cometidos. É um esquema mental primitivo: sem resposta para os professores e ao desmonte do setor educacional no Paraná, é mais “fácil” tentar demonizar e desqualificar o pretenso inimigo, no caso, os professores e a direção sindical da categoria, a APP-Sindicato.

Nos últimos dias,  o governo estadual recorreu ao auxílio de grupos notoriamente de direita para atacar os professores. Um vale tudo de mentiras e calúnias em postagens na internet, panfletos apócrifos e até pichações nas imediações do Centro Cívico, falsamente atribuídas ao sindicato e MST. Métodos dos antigos grupos de direita que agiam nos porões da ditadura.

Para tentar sufocar a verdade, o governo Beto Richa despenca para o uso da falsificação como método de ação política e recorre ao auxílio de fascistas contra uma legítima e legal entidade sindical.

29 de abril: um ano do massacre dos professores do Paraná pelo governo Beto Richa

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Nesta sexta-feira, 29 de abril, completa um ano do massacre dos professores pelo governo tucano de Beto Richa. Um dia que ficou na História do Paraná pela violência, covardia e desumanidade contra a categoria do magistério estadual. Foram mais de 200 feridos, pessoas espancadas e atacadas por cães, gás e cassetetes

O massacre foi ordenado pelo governador Beto Richa e executado pelo então secretário de Segurança, o deputado Fernando Francischini(SDD), afastado depois do episódio. O massacre teve um amplo repúdio no país e repercutiu internacionalmente.

A APP-Sindicato fará nesta sexta-feira uma grande manifestação na capital para recordar o massacre. Além disso, a entidade representativa do magistério estadual demanda um conjunto de reivindicações ainda não atendidas pelo governo estadual.

Confira imagens do massacre do dia 29 de abril de 2015.

Em Curitiba, encontro estadual de sindicatos e movimentos sociais contra o golpe de Temer/Cunha na quinta

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Sindicatos e movimentos sociais convocam militância para grande plenária estadual no dia 28 de abril(quinta-feira). Encontro vai debater a conjuntura e agenda de luta contra o golpe e os atos nos dias 29 de abril e 1º de maio

Via CUT-PR
Nesta quinta-feira (28) a partir das 9h00 será realizado, no Sintracon- Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Curitiba, uma grande plenária dos movimentos sociais com a militância. Setores progressistas de todo Paraná estarão reunidos para debater a conjuntura e os principais pontos dos atos do dia 29 de abril e 1º de maio que acontecem em Curitiba.

“Percebemos, claramente, o crescimento da unidade da esquerda, dos setores progressistas e que defendem os interesses da classe trabalhadora. Esta plenária é mais um mecanismo para ampliarmos este cenário e organizarmos as nossas lutas”, explica a presidenta da CUT Paraná, Regina Cruz.

A plenária será realizada durante todo o dia na sede do Sintracon Curitiba a partir das 9h até às 17h e é aberta para todos os militantes de causas populares.

Serviço: Plenária da Frente Brasil Popular Paraná

Data: Quinta-feira, 28 de abril
Horário: 9h às 17h
Local: Sintracon Curitiba. Rua Trajano Reis, 538, bairro São Francisco. Curitiba.

Em São Paulo, 1° de Maio de luta contra o golpe de Temer/Cunha

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Os movimentos de resistência ao golpe e de defesa da democracia preparam atos em todo o país no dia 1º de maio, Dia do Trabalhador. Na cidade de São Paulo, a concentração convocada pela Frente Brasil Popular será no Vale do Anhangabaú. Confira a agenda nacional de mobilização

“Democracia, nenhum direito a menos: não vai ter golpe”, diz a chamada do evento. Estão previstas as participações de Luana Hansen, Chico César, Detonautas, Martinho da Vila eBeth Carvalho. A manifestação começa às 10h, com ato inter-religioso; 12h, ato político e 14h, ato cultural.

Dia do Trabalhador SP

 

Parte dos atos terá a coordenação da Frente Brasil Popular e da Frente Povo Sem Medo, com a intenção de pressionar o Senado Federal a votar pelo encerramento da tentativa de golpe contra a presidenta Dilma Rousseff. Além dessas duas entidades, diversos sindicatos e organizações sociais promoverão eventos em todo o País para tentar bloquear o julgamento inconstitucional autorizado pela Câmara.

Ao anunciar a jornada de mobilização, a Frente Brasil Popular afirmou que o Brasil não aceitará um governo chefiado por um presidente que não foi eleito por voto direto, após um impeachment conduzido por parlamentares envolvidos em casos de corrupção. “Orientamos igualmente à organização imediata de atividades regionais e setoriais que expressem a repulsa do mundo da cultura, do trabalho e da democracia contra o impeachment”, convoca a Frente.

“A Frente Brasil Popular conclama a sociedade brasileira a continuar nas ruas com atos, paralisações e manifestos e também continuar a organização dos comitês em defesa da democracia e contra o golpe nos municípios, escolas, universidades e categorias profissionais”.

No dia da votação do impeachment na Câmara, a Frente Brasil Popular e a Frente Brasil sem Medo emitiram uma nota afirmando que aquela data – 17 de abril – coincidia com o massacre de Eldorado dos Carajás, em 1996, e que entrará para a história do país como mais um “dia da vergonha”.

Os locais e horários das manifestações em todo o Brasil serão anunciados nos próximos dias. Confira a agenda de mobilizações já anunciadas.

Fonte: Agência PT de Notícias

Ao vivo 27/4: Senado debate processo de impeachment de Dilma

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Senado debate processo de impeachment do mandato da presidente Dilma Rousseff. Acompanhe sessão ao vivo no Senado

Dilma com integrantes da Marcha das Margaridas

Sessão de 27/04 ao vivo no Senado:

Nesta terça-feira (26), senador Raimundo Lira (PMDB-PB), foi eleito por aclamação presidente da Comissão Especial do Impeachment e Antonio Anastasia (PSDB-MG) foi eleito relator.

Cronograma dos trabalhos da comissão

28/4: Oitiva dos denunciantes

29/4: Oitiva da defesa da presidente Dilma

03/5:  Oitiva de técnicos e especialistas a favor e contra o impeachment

4/5: Apresentação do relatório de Antonio Anastasia

6/5: Votação do relatório

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