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Dia 13, mobilização e vigília democrática contra o golpismo e de reforço para as manifestações do dia 18

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No próximo domingo(13) estão programadas manifestações pelo impeachment da presidente Dilma, organizada pela oposição(PSDB e assemelhados) e por movimentos conservadores, alguns abertamente de caráter proto-fascista, que defendem até a supressão do estado de direito democrático e com apelos para uma intervenção militar.

Provocação: panfletos apócrifos lançados durante o velório de José Eduardo Dutra, que foi senador do PT  

No entanto, ao lado das manifestações programadas pelo impeachment e no bojo das reações ao ato arbitrário praticado pela Operação da Lava Jato contra o ex-presidente Lula, diretórios do PT e movimentos sociais convocaram atos também para o domingo(13). É o caso, por exemplo, de Porto Alegre, com manifestação programada para o Parque Redenção, região central da capital gaúcha. Há atos e concentrações sendo organizadas em Curitiba(12), Belo Horizonte e em diversas localidades do país.

Algumas iniciativas partiram das próprias bases petistas e de setores dos movimentos sociais, alguns atos serão localizados em comunidades pobres, bairros, sindicatos e assentamentos. Neste sentido, o papel das direções partidárias e dos dirigentes dos movimentos, ao invés de frear e jogar um banho de água fria, acenando com um discurso desmobilizador, é organizar e conduzir toda essa salutar torrente de energia para uma grande onda popular de mobilização e vigília democrática contra os golpistas, o que terá o efeito de reforçar as manifestações programadas pela Frente Brasil Popular e Povo Sem Medo para o dia 18.

Evitar a provocação fascista

Nos últimos dias, políticos do PSDB, jornalões de São Paulo e os noticiosos televisivos da Rede Globo batem na tecla de uma suposta ação violenta dos movimentos sociais e procuram caracterizar a legítima e necessária reação democrática contra o golpismo como ato gerador de violência, uma tentativa de isolar e criminalizar o próprio PT e as organizações populares.

Como declarou o senador Lindbergh Farias(PT-RJ), nesta terça-feira(8) nas redes sociais, “quem incita a violência são os fascistas. Nós temos uma tradição profundamente democrática. Os fascistas estão aliados é com o PSDB”. O recado foi uma resposta aos setores da direita que, nos últimos dias, fizeram discursos contra as ‘milícias petistas’ que poderiam iniciar uma “onda de violência’. “Eu ainda não vi nenhum líder do PSDB se diferenciar dessa turma que pede intervenção militar em pleno século XXI”, denunciou Lindbergh.

Portanto,  para a esquerda política e social, mais do que nunca, é preciso manter a “chama acessa” da mobilização popular e realizar atos e concentrações de diversos tamanhos e formatos, disputando a narrativa dos acontecimentos a quente. Não há outro caminho, é resistência e luta. Afinal, a rua não tem um regimento interno.

PS: No final da tarde de terça-feira(8), depois de uma reunião com ministros e líderes partidários a presidente Dilma pediu para o PT e os movimentos sociais não realizarem nenhuma manifestação no próximo domingo(13)

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