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Opinião ## Pela Betânia, minha recém-nascida filha, pelo futuro de Curitiba

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Nesta semana, a Câmara de Vereadores de Curitiba discutiu e votou várias partes do projeto de lei de revisão do plano diretor, que está sendo discutido, pelo menos, desde de março de 2014.
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Por Bruno Meirinho* –  Via Blog do Esmael 

Hoje publico meu primeiro artigo para a coluna no Blog do Esmael, onde espero contribuir para o rico e democrático debate proporcionado nesse blog. A você que me lê, quero dizer que sua leitura é um sinal de prestígio, e desde já agradeço pela atenção.

Nessa semana, a Câmara de Vereadores de Curitiba discutiu e votou várias partes do projeto de lei de revisão do plano diretor, que está sendo discutido, pelo menos, desde março de 2014.

Participamos ativamente do processo de revisão do plano diretor, e começamos nossa organização em novembro de 2013, quando diversas entidades da sociedade civil criaram a Frente Mobiliza Curitiba.

Mobilizamos nossas propostas em 4 temas principais: democracia; moradia; mobilidade; e combate à especulação imobiliária.

Nós dedicamos nossa energia em construir um plano com visão social.

Não nos conformamos com a grave desigualdade existente na cidade de Curitiba e acreditamos que é urgente que sejam planejadas medidas que reduzam o fosso entre os ricos e os pobres.

Os planos diretores devem ter visão estratégica, estabelecendo diretrizes urbanas para o prazo de, pelo menos, 10 anos. Instrumento básico para a política urbana, o plano diretor é uma das leis mais importantes para a cidade, e sua visão de longo prazo merece a atenção de todos.

Mas o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba – IPPUC menosprezou a importância do plano diretor. Desconsiderou as contribuições da sociedade e fechou-se na sua crença, atrasada, de que o plano diretor é apenas um trabalho técnico, privilégio de arquitetos iluminados.

Por tudo isso, o projeto de lei enviado pelo IPPUC aos vereadores precisou de muitas mudanças. Vários vereadores propuseram emendas que poderão tornar o plano diretor mais justo e democrático, entre elas, diversas emendas sugeridas pela Frente Mobiliza Curitiba. Ainda assim, há muito para ser feito, já que o plano diretor de Curitiba ainda é muito genérico.

O surgimento da Frente Mobiliza Curitiba foi uma feliz novidade, que permanecerá viva para reivindicar medidas que tornem realidade os valores que estão escritos no papel, ou seja, para a tarefa de construir o futuro de Curitiba. Esteja convidado para conhecer mais e participar dessa iniciativa, clique aqui.

Nota: A minha coluna inicia em uma semana muito especial: Na quarta-feira nasceu minha filha, Betânia, que vem trazer muita alegria à minha família. É, também, um grande incentivo para pensar no futuro da cidade.

*É advogado, foi candidato a prefeito de Curitiba. É o coordenador local da Fundação Lauro Campos, instituição de formação política do PSOL. Artigo publicado originalmente no Blog do Esmael em 09/10/2015

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