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Uma pergunta que continua: Cadê o Amarildo?

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O caso Amarildo virou um símbolo na luta pelos direitos humanos no país e contra a violência policial. Além disso, colocou um forte questionamento sobre o modelo de segurança adotado nas regiões pobres do Rio de Janeiro, com a ocupação policial das comunidades.

RJ Amarildo (Foto: Reprodução/GloboNews)
O pedreiro Amarildo de Souza (Foto: Reprodução/GloboNews)

Hoje 14 de julho, exatamente há dois anos, o ajudante de pedreiro, Amarildo, foi “preso para averiguações” por um destacamento UPP/Bope das tropas de ocupação da Rocinha, e desapareceu. Homem negro, pobre, modesto trabalhador de construção foi torturado até morte para confessar o impossível: que exercia atividades no narcotráfico.

O bárbaro crime mobilizou a opinião pública do país e internacional. Nas passeatas de 2013, seu nome virou uma das bandeiras dos protestos daquele ano. Hoje é um símbolo na luta pelos direitos humanos, pela desmilitarização das PMs e por um modelo de segurança democrático e humanista.

Investigações posteriores comprovaram a farsa montada pelo então comandante da base UPP- Rocinha(zona sul da cidade do Rio), Major Edson Santos, para ocultar o crime. Mais de vinte policiais estão sendo investigados. Uma pergunta continua ecoando na consciência de todos: Cadê o Amarildo?

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