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Professora Débora Fait, liderança da categoria, apela para a continuidade da luta pelo 8,17% com pressão a favor da emenda dos deputados da oposição

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Liderança combativa da categoria, a professora Débora Fait(foto) reafirmou a disposição de continuar a luta para barrar na Assembleia Legislativa o projeto que tunga a reposição do funcionalismo. Ela esclarece que não houve nenhum acordo em torno da proposta indecente de Beto Richa de 3,45%. E defende o apoio para emenda dos deputados da oposição que assegura a reposição integral já. E, por fim, reitera a posição do comando sul da APP de rejeição de qualquer acordo com a proposta do governo. Confira.

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Via Facebook

Companheiros/as

Entendo que nossa luta pela reposição salarial e por nossos direitos ainda não terminou. Podemos até fazer um balanço de nossa luta até aqui, mas na perspectiva de darmos alguns passos imediatamente.

Na Assembleia Legislativa vários deputados já prepararam em comum uma emenda ao projeto do governo Beto Richa concedendo os 8,17% de reposição este ano, tal qual o próprio governo propõe ao judiciário, mas nega aos demais servidores. É nossa tarefa apoiar esta iniciativa.

Por outro lado, uma confusão começa a se desfazer: os educadores, ao encerrar a greve, indicaram o apoio ao projeto apresentado pelo governo?

A resposta é NÃO.

O próprio diretor da APP Estadual, Luiz Fernando, num texto na internet, respondendo ao professor Paixão, diz claramente: “A categoria não decidiu pelo acordo com o projeto”.

Então, por que a confusão? Porque na Assembleia da categoria, a direção da APP não encaminhou, segundo o que propôs o professor Cafu, a rejeição do projeto infame do governador e ficou o mal entendido. A intervenção do presidente da APP pareceu ser a favor de que o projeto fosse aceito. A própria MS, agrupamento do professor Paixão, ao defender a continuidade da greve falou em continuar até a aprovação do projeto. Mas, concretamente, não houve nenhuma oportunidade para a categoria se posicionar pelo voto sobre o acordo. Se tivesse havido, tenho a convicção que a rejeição seria a posição aprovada.

Agora, a direção da APP tem a responsabilidade, seguindo o que já disse Luiz Fernando, de imediatamente suprir a lacuna e esclarecer aos deputados e à própria sociedade de que em nenhum momento a categoria deu seu acordo ao projeto compromete a luta do governador Beto Richa. Isso vai reforçar a pressão na Assembleia Legislativa para que os deputados saibam qual é o nosso ponto de vista sobre o que eles vão votar.

Dito isso, proponho à direção estadual e às direções regionais:

1. Reitere a posição anterior do Comando do Curitiba Sul rejeitando qualquer acordo com o projeto do governo;

2. Solicite que a direção estadual da APP se pronuncie esclarecendo, tal como fez o diretor Luiz Fernando, de que não houve qualquer decisão da categoria em sua assembleia de apoio ao projeto do governador Beto Richa;

3. Convocação da categoria para estar na ALEP em apoio a emenda dos deputados pelos 8,17% de reposição.

4. Apoiar todos os movimentos pelo FORA BETO RICHA.

A Luta Continua!

Saudações

Professora Déborah Fait

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