O jurista Luiz Edson Fachin, indicado pela presidenta Dilma Rousseff para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), tem utilizado as redes sociais para esclarecer polêmicas e negar irregularidades no exercício de advocacia entre 1990 e 1999.

Na época, Fachin ocupava o cargo de procurador do Estado do Paraná. Ele deverá ser sabatinado nesta terça-feira (12) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), do Senado Federal.

No Facebook, a página “Movimento Fachin Sim” já conta com quase 7,5 mil curtidas. O site http://www.fachinsim.com.br descreve o movimento como “amplo”, que inclui juristas, advogados, docentes, alunos e outros setores da sociedade, que defende a indicação do professor Luiz Edson Fachin para o STF.

No portal, é possível encaminhar um email a todos os senadores e participar da campanha em favor da aprovação de Fachin para o STF.

Além disso, o movimento criou uma página no Youtube, onde já foram adicionados quatro vídeos. Nas postagens, Fachin esclarece assuntos como a poligamia, família, a atuação como advogado e procurador, além de falar sobre a imprensa.

*Com Agência PT de Notícias