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Na Saúde, começou a greve contra o pacotaço e os calotes do governo Beto Richa

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Nesta quinta-feira(12), mais uma categoria entra em greve contra o pacotaço e os calotes promovidos pelo desgoverno de Beto Richa(PSDB).

Via SindSaúde

A trágica sessão da Assembleia Legislativa, na última terça-feira, 10/2, já mostrou qual é o clima que vamos enfrentar na nossa greve. O governo Beto Richa, orquestrado pelo seu secretário da Fazenda Mauro Ricardo Costa, importado da Bahia e conhecido como “Maurinho Malvadeza”, quer porque quer restabelecer o caixa do Estado – que a própria gestão quebrou – às custas de direitos dos servidores.

As investidas contra os trabalhadores começaram no ano passado com uma sucessão de calotes:

– Terço de férias – Desde dezembro, o governo parou de pagar o terço de Férias, que é o percentual do salário que os trabalhadores devem recebem quando entram em férias.

– Auxílio-Alimentação – O benefício no valor de R$ 103, pago a 1.400 servidores que recebem até dois salários mínimos, também parou de ser pago em dezembro. Com isso, o governo já deve aos servidores o auxílio alimentação referente a dezembro, janeiro e fevereiro.

– Horas extras – Em janeiro, o calote foi em direção às horas extras. Quem trabalhou, foi surpreendido com um contracheque que veio sem pagar as horas extras. E todo mundo sabe que com a falta de servidores na área da saúde, são as HE que garantem as escalas nos hospitais.

Não bastassem os calotes, o governo veio com o seu pacotaço e tratoraço, com objetivo único de abocanhar direitos conquistados pelo funcionalismo. O pacote de maldades vem em forma de dois projetos de lei, que propõe, entre várias medidas:

– Fim do quinquênio – O PL 02/2015 acaba com esse direito, que garante o adicional de 5% no salário a cada cinco anos trabalhados.

– Redução do Anuênio – O PL também reduz o anuênio que é pago ao servidor que completa 30 anos de serviço e não se aposenta. Hoje este servidor tem direito a receber 5% sobre o salário base por ano. Com o pacotaço, este percentual cairá para 0,1% ao ano.

– Rombo na Aposentadoria – O maior assalto acontece na nossa aposentadoria. O PL do governador Richa quer acabar com o Fundo Previdenciário da ParanaPrevidência, que hoje tem R$ 8 bilhões e simplesmente transferir esse dinheiro para o Fundo Financeiro, que é administrado pelo Estado. Um absurdo, já que este dinheiro é dos servidores. Com isso, o dinheiro que iria pra pagar as aposentadorias futuras, poderá ser usado no que interessar ao governo.

Outro golpe contra nossa aposentadoria é a criação do Fundo Complementar de Previdência, estabelecendo o teto das aposentadorias em R$ 4.663.75, igual ao da Previdência Social.

Quer mais?

O PL do governo também reduz o valor das ações judiciais a serem pagas pelo governo de 40 salários mínimo para R$ 12 mil. A partir deste valor, as ações entram na lista interminável de precatórios. Essa alteração atinge em cheio o trabalhador que aguarda o resultado da ação do retroativo da GAS.

O funcionalismo está revoltado com essas medidas.

Nós não aceitamos isso e vamos à greve a partir desta quinta-feira.

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