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Arquivo do mês: janeiro 2015

Podemos reúne em Madri dezenas de milhares de pessoas na ‘Marcha da mudança’. É a virada à esquerda na Europa!

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No rastro da vitória histórica da Syriza na Grécia, o Podemos mobilizou neste sábado(31) em Madri milhares de pessoas, sob lema “O Momento é agora”. O clima foi de entusiasmo e combatividade. Os milhares de espanhóis que foram às ruas lutam contra a falência das políticas de ajustes e austeridade do PP e da Troica.

Tudo indica um quadro favorável ao jovem partido da esquerda renovada nas próximas eleições gerais na Espanha. O Podemos surgiu no bojo das gigantescas manifestações dos indignados e representa um sopro de esperança na esquerda espanhola, assim como a Syriza na Grécia, são organizações políticas, compostas por diversas tendências e grupos, e rejeitam os ultrapassados modelos da social democracia e dos herdeiros do antigo chamado “socialismo real”. É uma nova geração de organizações políticas, sintonizadas com as novas demandas da contemporaneidade. Enfim, coisa nova e promissora.(M.A)  Confira o vídeo com a marcha na íntegra. 

“¡Qué bonito es ver a la gente hacer historia!”. Así ha comenzado Pablo Iglesias su discurso este sábado en la Puerta del Sol. No estaba solo, ni muchos menos. Podemos ha logrado abarrotar el centro de Madrid y reunir a decenas de miles de personas (100.000, según estimaciones policiales) en su ‘Marcha del cambio’ bajo el lema “El Momento es ahora”.

“Este es el año del cambio”, ha asegurado Iglesias y ha pronosticado que su formación ganará las próximas elecciones generales. “Este año vamos a ganarle las elecciones al PP”, ha afirmado durante su intervención al final de la marcha, en la que ha afirmado que España “necesita Quijotes”.

Direção jovem, esquerda renovada, plural, de massas, contemporânea

“Soñamos, pero nos tomamos muy en serio nuestros sueños”, ha repetido varias veces el líder de Podemos como hilo argumental de su discurso, a la vez que ha avisado de que en Europa ya “soplan vientos de cambio”. “Han querido humillar a nuestro país con esa estafa que llaman austeridad”, ha indicado.

El líder de Podemos ha subrayado que las políticas de Rajoy no crean empleo, crean precariedad. “¿Esa es su recuperación?”, se ha preguntado Iglesias, que ha defendido la necesidad de “desplegar un plan de rescate ciudadano”.

Además, ha asegurado que “los de arriba” llaman “experimento y caos” al cambio. “Los de abajo lo llamamos democracia, la posibilidad de cambiar lo que no funciona. El momento es ahora. De que lo sepamos aprovechar depende lo que le va a pasar a una generación entera”, ha añadido.

“LA DEMOCRACIA LA TRAJISTEIS VOSOTROS”

El secretario de Programa de Podemos, Juan Carlos Monedero, ha afirmado por su lado que “la democracia no la trajo el Rey ni Suárez ni Fraga”, sino ellos, los ciudadanos que tienen “canas”.

“La democracia no la trajo el Rey ni Suárez ni Fraga. La trajisteis vosotros, que tenéis canas”, ha manifestado Monedero durante su intervención en el escenario ubicado en la Puerta del Sol, donde los dirigentes de Podemos han hablado al término de la manifestación.

Asimismo, ha defendido que la formación liderada por Pablo Iglesias es “un desafío porque Podemos ya es un pueblo en marcha” y ha añadido que “no es tiempo de migajas”. “Queremos la tarta entera porque es nuestra”, ha remachado gritando.

Así te hemos contado en directo la marcha.

Nota do PT de Curitiba sobre a crise do transporte coletivo

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A Executiva Municipal do Partido dos Trabalhadores de Curitiba, reunida no dia 29 de janeiro de 2015, vem a público manifestar sua posição sobre a crise do transporte coletivo de Curitiba e região metropolitana.

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A população, nem os trabalhadores do sistema de transporte coletivo de Curitiba podem ser penalizados pela falta de encaminhamento às questões relativas ao financiamento do transporte entre os empresários e os governos municipal e estadual.

O Ministério Público precisa dar uma resposta à sociedade dos processos que foram encaminhados pela CPI da Câmara Municipal, Tribunal de Contas e Comissões criadas em 2013, que apontaram diversos problemas no sistema de transporte da cidade, que vão desde um possível direcionamento na licitação de 2010 até a inclusão de absurdos colocados na planilha que compõem a tarifa como o imposto de renda das empresas.

É inadmissível que um processo que atinge praticamente 2 milhões de pessoas e que tem um custo elevadíssimo para os cofres públicos fique tanto tempo sem resposta.

Este processo pode reverter uma grande injustiça com a população de Curitiba e Região Metropolitana que pode estar pagando muito mais do que seria necessário para manter o sistema de transporte.

A desintegração do transporte coletivo da Região Metropolitana será um retrocesso político e social e prejudicará centenas de milhares de pessoas que, com a força de seu trabalho, fazem a riqueza da região. O risco é de tarifa mais alta, deslocamentos mais demorados, serviços piores. Caso ocorra, representará a falência da política mais republicana e a vitória dos interesses de grupos políticos sobre os interesses da coletividade.

A responsabilidade pelo transporte coletivo metropolitano é do Estado, mas o atual governador jamais assumiu essa responsabilidade, tanto que ainda não realizou a licitação das linhas intermunicipais do denominado Lote 4, que ficou de fora das licitações da URBS de 2010.

O transporte coletivo metropolitano tem um custo mais alto que o transporte municipal de Curitiba, mas a URBS, que administra essas linhas intermunicipais, aplica a mesma tarifa a todos os usuários.

Isso só vem sendo possível, sem que se onere o munícipe de Curitiba, porque o Estado do Paraná subsidia o transporte metropolitano desde 2010, por força de convênio firmado entre a COMEC e a URBS, renovado todos os anos.

Ocorre que o governo do Estado faz uso político desse convênio, travando desnecessário cabo de guerra com a Prefeitura de Curitiba, prejudicando os usuários, desgastando a administração municipal e, por consequência, favorecendo os empresários concessionários, que pressionam por uma tarifa mais alta. A COMEC faz parte da estrutura da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, que tem Ratinho Junior como secretário.

Destarte, é inevitável responsabilizá-lo, juntamente com o governador do Estado, por esse procedimento espúrio, de negar o repasse do subsídio ou propor-se a fazê-lo em valor inferior a anos anteriores.

Por outro lado, os prefeitos da Região Metropolitana, que evitam posicionar-se publicamente sobre a questão, têm que se envolver de forma mais ativa para encontrar uma solução definitiva, estável, para o sistema metropolitano de transporte. Lavar as mãos, como têm feito, prejudicará os moradores de seus próprios municípios.

A solução de curto prazo, acerca da integração metropolitana, passa pela renovação do convênio, com a manutenção do subsídio estadual em níveis não inferiores ao dos anos anteriores. A desintegração do transporte metropolitano prejudicaria sobremaneira os usuários, e tanto o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, quanto o Governador, Beto Richa, devem impedir que o retrocesso ocorra.

No médio prazo, faz-se necessária uma reformulação da gestão do transporte metropolitano, com participação ativa de todos os municípios que fazem parte do sistema, assim como a licitação das linhas metropolitanas que ainda vigoram em regime de permissão.

O Partido dos Trabalhadores vai dialogar com entidades sindicais e do movimento social que propõem outras medidas para avançar na mudança do sistema de transporte da cidade de Curitiba.

Curitiba, 29 de janeiro de 2015,

Executiva Municipal do Partido dos Trabalhadores de Curitiba

Cortejo Real do carnaval 2015 de Curitiba nesta sexta-feira

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Nesta sexta-feira(30), às 19h30, na Sociedade Treze de Maio, acontece a eleição do Cortejo Real do Carnaval de Curitiba 2015

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O evento, com muito samba e simpatia, vai escolher o Rei Momo, a Rainha e as Princesas do Carnaval curitibano.

Mais informações: para quem quiser concorrer e tirar dúvidas sobre o regulamento e inscrições pelo e-mail luzsilva@fcc.curitiba.pr.gov.br.

Exclusivo: Charlie Hebdo nº 1178, edição histórica. Clique e veja a publicação completa

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O Blog disponibiliza a edição histórica on line da revista satírica Charlie Hebdo. A edição impressa chegou esta semana no país, com apenas 10 mil exemplares, que está custando cerca de R$ 30,00. Nas 16 páginas, o humor corrosivo e ferino da publicação, marca registrada do Charlie.

Imagem do dia: Trabalhadores nas ruas é o remédio para curar a ‘tosse da vaca’!

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Metalúrgicos de Curitiba, que pararam todas as grandes empresas do centro industrial, no Dia Nacional de Luta contra as medidas de arrocho e desemprego de Joaquim Levy/Dilma.

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Syriza disse a que veio: no 1° dia, novo governo grego cancela privatizações

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Empresa Pública de Energia, porto do Pireu e aeroportos não vão ser privatizados, cumprindo as propostas de campanha do Syriza. Privatizações eram exigência da troika. Governo fornecerá energia gratuita a 300 mil famílias que ficaram sem condições de pagá-la.

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O novo ministro da Energia da Grécia, Panagiotis Lafazanis, anunciou esta quarta-feira que vão ser cancelados os planos de privatização da Empresa Pública de Energia (DEH, sigla em grego), da qual o Estado grego ainda é o acionista maioritário.

Promessa está a ser cumprida no primeiro dia do governo

A chamada “liberalização do mercado energético” foi uma das condições impostas pela troika à Grécia. O governo anterior tinha aprovado legislação para vender 30% da empresa aos grupos privados, mas o Syriza prometera durante a campanha cancelar esse e outros planos de privatização. A promessa está assim a ser cumprida no primeiro dia do governo liderado por Alexis Tsipras.

Energia gratuita a 300 mil lares

Lafazanis disse ainda que a eletricidade e o gás natural são muito caros na Grécia e não ajudam os cidadãos, anunciando que o governo vai preparar um novo plano para a energética. Para já, disse o ministro, o governo irá desde já fornecer energia gratuita a 300 mil lares de famílias que viram o fornecimento cortado por não conseguirem pagar as contas.

Porto do Pireu também não será privatizado

Também a privatização do porto do Pireu, o maior da Grécia, foi suspensa. O governo anterior estava a vender 67% da Autoridade Portuária do Pireu ao Grupo Cosco (chinês). “O negócio com o Cosco será revisto em benefício do povo grego”, disse o vice-ministro Thodoris Dritsas, esclarecendo que o caráter público do porto do Pireu será mantido.

Também o ministro adjunto para a Infraestrutura, Christos Spirtzis, anunciou o cancelamento da privatização de infraestruturas, como os aeroportos. Entre outras medidas, o governo anterior previra a privatização de 14 aeroportos regionais e a venda de milhares de hectares do antigo aeroporto de Atenas.

Fonte: Esquerda.Net

Opinião## Parte crítica da greve pode ter passado, mas agora é preciso repensar o sistema

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A greve dos ônibus de Curitiba não acabou. O que acabou com a reunião desta terça-feira no Tribunal Regional do Trabalho foi a greve integral. Agora, a não ser que o sindicato dos motoristas e cobradores volte a descumprir a determinação legal, decidida por liminar, haverá pelo menos 80% da frota em qualquer momento do dia.

Por Rogério Galindo* – Blog Caixa Zero- Gazeta do Povo

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Nem de longe isso significa que a questão esteja resolvida. Nem o problema imediato está solucionado. A Comec simplesmente se propôs a pagar no momento R$ 5 milhões dos R$ 16,5 milhões que está devendo para a Urbs e, por consequência, para as empresas – que por sua vez estão devendo para os trabalhadores. Ainda resta a maior parte da dívida, a ser quitada em cinco vezes.

A crise, porém, é muito maior. Há um problema crônico no sistema. A tarifa não paga tudo que o sistema custa. Há um rombo que aumenta a cada vez que o passageiro passa pela catraca. Isso só vai ser resolvido, se for, com negociações posteriores. Primeiro, o governo e a prefeitura precisam se entender. Ou fazem um novo convênio, retomando o subsídio, e a prefeitura gere o sistema novamente. Ou se separam e cada um paga sua parte.

Depois disso, vem outro pepino. Em fevereiro, será preciso reajustar a tarifa novamente depois que o salário dos motoristas e cobradores sofrer reajuste (no mínimo, imagina-se, pela inflação). E há que se ver que se estado e município não conseguirem colocar mais subsídio no sistema, a passagem subirá ainda mais.

Por enquanto, só o que se conseguiu foi tirar o paciente da UTI. Agora, é preciso fazer um longo tratamento que há de ser dolorido para alguém. Aparentemente, quem sofrerá será o bolso do trabalhador. Mas isso não será nenhuma novidade.

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