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Arquivo do mês: dezembro 2013

O melhor e o pior de 2013

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O Blog fez una seleção de fatos e personagens que foram notícia em 2013. Confira alguns dos melhores e piores momentos do ano que finda

O MELHOR DE 2013

Índice
A onda de manifestações de junho: o fato do ano

A onda de manifestações de junho de 2013
A implantação do Programa Mais Médicos
O cancelamento da viagem da presidente Dilma aos EUA, depois de saber da espionagem de Obama
O emprego formal em alta
A reparação oficial e as homenagens ao presidente João Goulart, deposto pelo golpe militar de 1964
Brasil, Campeão da Copa das Confederações

O PIOR DE 2013

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Amarildo tornou-se símbolo da luta contra a violência policial no país

O corporativismo dos médicos
Joaquim Barbosa e o festival de arbitrariedades cometidas na Ação Penal 470
O desaparecimento do pedreiro Amarildo, levado por PMs da UPP na Rocinha
A morte de trabalhadores nas obras da Copa do Mundo
O sistema de espionagem dos EUA e Obama
A volta da elevação dos juros
As vigarices da dupla governante do Rio de Janeiro: Cabral e Paes
As trapalhadas “voadoras” do presidente do Senado Renan Calheiros

Opinião ## Lula: Horizontes da Integração Latino-americana

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A volta de Michelle Bachelet à presidência do Chile é um fato muito auspicioso para a América do Sul e toda a América Latina.

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Integração latino-americana avança

Por Lula da Silva*

As notáveis qualidades humanas e políticas que ela demonstrou em seu primeiro governo e, posteriormente, no comando da ONU Mulheres, a entidade das Nações Unidas para igualdade de gênero, conferiram-lhe um merecido prestígio nacional e internacional. Sua liderança – ao mesmo tempo firme e agregadora – e o seu compromisso de vida com a liberdade e a justiça social, fazem de Bachelet uma referência importante em nosso continente.

A consagradora vitória que acaba de obter revela também que o povo chileno, tal como os outros povos da região, anseia por um verdadeiro desenvolvimento, capaz de combinar o econômico e o social, a expansão das riquezas com a sua equitativa distribuição, a modernização tecnológica com a redução das desigualdades e a universalização de direitos. E reivindica, além disso, uma democracia cada vez mais participativa.

Por outro lado, a eleição de Bachelet inegavelmente reforça o processo de integração sul-americana e latino-americana, na medida em que sempre apoiou com entusiasmo as iniciativas voltadas para o desenvolvimento compartilhado e a unidade política da região. Basta lembrar a sua contribuição decisiva para a criação e consolidação da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL), da qual foi a primeira presidente, e para a constituição da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC). Aliás, nunca houve na América Latina tantos governantes comprometidos com esse processo.

Estive no Chile durante o segundo turno das eleições justamente para debater as perspectivas da integração, participando de um seminário internacional promovido pela Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (CEPAL), o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) e o Instituto Lula.

Durante dois dias, 120 lideranças politicas, sociais e intelectuais dos nossos países fizeram um diagnóstico atualizado e debateram uma agenda concreta para o desenvolvimento e a integração regional.

Discutiu-se francamente a inserção da América Latina na economia mundial; a arquitetura político-institucional da integração; o papel das políticas sociais, especialmente no combate à pobreza; as cadeias produtivas supra-nacionais; as empresas translatinas; as conexões físicas e energéticas; a cooperação financeira e os mecanismos de investimento; os direitos humanos e laborais; a defesa do patrimônio ambiental e da diversidade cultural.

Há um grande consenso sobre a necessidade da integração, que interessa na prática a todos os nossos povos e países, independentemente da coloração ideológica dos respectivos governos. As diversas regiões do mundo estão se integrando e constituindo blocos econômicos e políticos, e não faria sentido que apenas a América Latina e o Caribe deixassem de unir-se. Nossos países viveram secularmente de costas uns para os outros e todos sabemos o quanto isso foi nefasto em termos de fragilidade geopolítica e de atraso socioeconômico. Não se trata de um movimento contra os países desenvolvidos, com os quais queremos incrementar nosso intercâmbio em todos os níveis, mas de legítima afirmação da nossa própria região. O aprofundamento da integração latino-americana – política, cultural, social, de infraestrutura, de mercados – é um caminho natural e lógico, destinado a aproveitar a nossa proximidade territorial e cultural e as nossas vantagens comparativas. Sem falar que, juntos, seguramente teremos mais força para garantir nossos direitos no âmbito global.

É opinião geral que, na última década, tivemos conquistas extraordinárias em matéria de parcerias e cooperação. Aumentou a confiança e o diálogo substantivo entre os nossos países, sem o que não se conseguiria criar a UNASUL e a CELAC. Mas as relações econômicas também se expandiram consideravelmente. O comércio, por exemplo, cresceu de modo impressionante. Em 2002, segundo a CEPAL, o fluxo total do comércio intra-regional na América do Sul era de U$33 bilhões; em 2011, já havia atingido os U$ 135 bilhões. No mesmo período, o fluxo no conjunto da América Latina passou de U$ 49 bilhões para U$ 189 bilhões. E o seu horizonte de crescimento é enorme, pois somos um mercado de 400 milhões de pessoas e até agora só exploramos uma pequena parte do nosso potencial de trocas.

O mesmo acontece com os investimentos produtivos. As empresas da região estão se internacionalizando e investindo nos países vizinhos. No caso brasileiro, tínhamos poucos investimentos industriais na América Latina. Hoje, são centenas de plantas, em mais de 20 países. E a recíproca, felizmente, é verdadeira: existe um número crescente de empresas argentinas, mexicanas, chilenas, colombianas e peruanas, entre outras, produzindo no Brasil para o mercado brasileiro.

É evidente, no entanto, que precisamos avançar muito mais. Devemos acelerar a integração, que pode ser mais profunda e abrangente. Para isso, com certeza, não bastam as visões de curto prazo. Tenho dito que necessitamos de um pensamento realmente estratégico, capaz de encarar os desafios da integração na perspectiva do futuro, dando-lhes respostas corajosas e inovadoras. Temos que ir, igualmente, além dos governos, por fundamentais que eles sejam. A integração é uma bela empreitada histórica que só se concretizará plenamente se lograrmos comprometer toda a sociedade civil dos nossos países, os sindicatos, os empresários, as universidades, as igrejas, a juventude.

É imprescindível construir uma vontade popular de integração. O principal é que todos compreendam o quanto podemos ganhar coletivamente na economia, na soberania política, na igualdade social, no desenvolvimento cultural e científico com a associação dos nossos destinos.

*É presidente de Honra do PT e ex-presidente da República.

Fonte: PT Nacional

Dilma faz balanço positivo de 2013 e critica “guerra psicológica”

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Dilma: Padrão de vida dos brasileiros vai ser ainda melhor em 2014

Via Blog do Planalto

A presidenta Dilma Rousseff disse neste domingo (29), durante pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV, que em 2014 o padrão de vida dos brasileiros vai ser ainda melhor. Dilma afirmou que as dificuldades enfrentadas não foram capazes de interromper o ciclo positivo que o país vive e que tem garantido que a vida dos brasileiros melhore gradativamente a cada ano.

“Sinto alegria de poder tranquilizar vocês dizendo-lhes que entrem em 2014 com a certeza que o seu padrão de vida vai ser ainda melhor do que você tem hoje. Sem risco de desemprego, podendo pagar suas prestações, em condições de abrir sua empresa ou ampliar o seu próprio negócio. Entrem em 2014 com toda energia e otimismo e com a certeza de que a vida vai continuar melhorando”.

No pronunciamento, Dilma Rousseff falou sobre a firme ação do governo para garantir o equilíbrio fiscal e reduzir impostos e lembrou que o Brasil alcançou em 2013 o menor índice de desemprego da história.

“Não deixamos em nenhum momento de lutar em favor de todos os brasileiros em especial dos que mais precisam. Com o olhar muito especial para os jovens, para as mulheres e para os negros (…) reforçamos o programa Brasil sem Miséria e estamos a um passo de acabar com a pobreza absoluta em todo o território nacional”.

Em relação ao cenário econômico, a presidenta disse que é preciso agir sempre de forma produtiva e positiva tentando buscar soluções e não ampliar os problemas. Segundo Dilma, se alguns setores, seja porque motivo for, instilarem desconfiança, especialmente desconfiança injustificada, podem inibir investimentos e retardar iniciativas.

“Digo aos trabalhadores e empresários que continuo disposta a ouvi-los em tudo que for importante para o Brasil. Digo aos trabalhadores e aos empresários que apostar no Brasil é o caminho mais rápido para todos saírem ganhando. O governo está atento e firme em seu compromisso de lutar contra a inflação e de manter o equilíbrio das contas públicas. Sabemos o que é preciso para isso e nada nos fará sair desse rumo”.

A presidenta concluiu o pronunciamento com uma mensagem de otimismo sobre o futuro do país e desejando um ano novo cheio de felicidade e prosperidade para todos os brasileiros.

“O Brasil tem passado, tem presente e tem muito futuro. Existem poucos lugares no mundo onde o povo tenha melhores condições de crescer, melhorar de vida e ser mais feliz. É isso que sinto Brasil afora, é isso que sinto coração adentro”.

Boas festas aos leitores e amigos do Blog

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O Blog deseja a tod@s leitores e amigos boas festas e um ano novo de conquistas. De nossa parte, vamos continuar na trincheira por um Paraná e um Brasil cada vez mais democrático e justo. Agradeço a atenção e a colaboração dos amigos, e peço que continuem prestigiando esta modesta página.

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Um abraço fraterno,

MILTON ALVES

Dilma: O Mais Médicos é uma resposta do governo federal às necessidades da população

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A presidenta Dilma Rousseff falou, no Café com a Presidenta desta segunda-feira (23), sobre o programa Mais Médicos, que já levou profissionais para 2.177 municípios e, segundo Dilma, está transformando a vida de milhões de pessoas.

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Programa é um sucesso

Para a presidenta, o governo federal está ouvindo os pleitos da população e se esforçando para melhorar o atendimento de saúde do Brasil. O objetivo é oferecer tratamento digno e respeitoso para toda a população e, sobretudo, para quem mais precisa.

“O Mais Médicos já levou 6.658 médicos para milhares de municípios de todo o país. Esses profissionais estão garantindo o atendimento a cerca de 23 milhões de brasileiras e brasileiros. Veja só, 23 milhões de pessoas que passaram a contar com o médico em suas cidades e, em muitos casos, até no bairro onde moram. O Mais Médicos é uma resposta do governo federal às necessidades da população, que sempre reivindicou a melhoria da saúde em nosso país”, afirmou.

Dilma ainda destacou que a prioridade do programa Mais Médicos é levar atendimento às periferias das médias e das grandes cidades, aos municípios das regiões Norte e Nordeste, aos distritos indígenas e às populações quilombolas. Segundo a presidenta, esses locais são onde faltavam mais profissionais, e, com a chegada de 2.963 médicos, estão sendo colhidos ótimos resultados. O Mais Médicos também estrutura toda a rede do Sistema Único de Saúde. Ao melhorar o atendimento nas unidades básicas de saúde, as filas nas Unidades de Pronto Atendimento e nos hospitais diminuem.

“Um bom atendimento no posto de saúde diminui as filas nas UPAs, que são as Unidades de Pronto-Atendimento de urgência e emergência, o que também diminui a procura e as filas nos hospitais. Você sabia que, em um posto de saúde, a pessoa resolve até 80% dos problemas de saúde que ela tem durante a vida? É no posto de saúde, por exemplo, que ela faz consulta de rotina, que a criança recebe uma vacina ou o adulto, que se faz a coleta para exames, que se faz um bom pré-natal, o tratamento de hipertensão ou diabetes e o acompanhamento da saúde das crianças, por exemplo”, explica.

Fonte: Blog do Planalto

Fruet “mano dura”: Máfia do transporte viola direito do trabalhador e ensaia locaute

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A frota pública é uma demanda da realidade para conter o abuso da corporação mafiosa que controla o transporte público da cidade

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O relatório da CPI da Câmara apontou para a necessidade de uma nova licitação

A corporação mafiosa que controla o serviço de transporte público de Curitiba, além de violar os direitos dos motoristas e cobradores, com atraso de pagamentos do 13° salário, está testando a nova administração municipal. Explico melhor: os sucessivos problemas que ao longo da semana ocasionaram diversas interrupções na prestação do serviço à população são parte de uma ação organizada pela máfia, uma preparação para um locaute dos empresários do setor em Curitiba.

O sindicato dos trabalhadores da categoria tem denunciado o desrespeito constante por parte das empresas, que estão violando sistematicamente os direitos dos trabalhadores.

A prefeitura de Curitiba alertou as empresas para a necessidade de cumprirem os contratos firmados com o poder público (confira a nota da prefeitura divulgada no dia 21, sábado).

Nota Oficial

Prefeitura adverte empresas sobre quebra de contrato do transporte coletivo

A Prefeitura de Curitiba, por meio da Urbs, notificou na manhã deste sábado (21) os consórcios que fazem a operação do transporte coletivo para que normalizem a circulação de seus ônibus, e informou que tomará medidas judiciais para assegurar o cumprimento do contrato. Nessa manhã, a empresa Mercês manteve seus portões fechados, impedindo que os motoristas saíssem com os veículos.

Os motoristas, que alegam não ter recebido o 13o salário, supostamente pretendiam circular com catracas liberadas. A Prefeitura ressalta que já fez, ao longo do ano, todos os repasses para que as empresas pagassem o 13o, que está embutido na tarifa.

Para a Prefeitura, qualquer iniciativa das empresas para impedir a circulação dos ônibus será entendida como tentativa de locaute e quebra de contrato. O fato será formalmente comunicado ao Ministério Público.

Um plano de contingência está sendo executado pela Urbs para compensar a falta dos ônibus nas linhas operadas pela Mercês.

A Urbs informou ao governo do Estado, por meio da Comec (Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba), sobre a empresa São Brás, que também manteve os ônibus parados nesta manhã. A empresa atende a linhas metropolitanas, de responsabilidade da Comec.

Barbárie: Morador de rua é incendiado embaixo de marquise em Curitiba

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Da BandNews FM

Um morador de rua morreu após ser espancado e ter o corpo queimado em uma marquise na Avenida República Argentina, no bairro Portão, hoje de manhã (Segunda). A delegacia de Homicídios de Curitiba investiga o caso, e até agora nenhum suspeito foi identificado. Uma das hipóteses é que tenha ocorrido uma briga entre moradores de rua.

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