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Arquivo do mês: setembro 2013

Transporte público: Movimentos sociais e sindicatos exigem nova licitação e redução da tarifa

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A Plenária Popular do Transporte, que reúne diversas entidades sindicais e movimentos,  prepara manifestação exigindo nova licitação

A Plenária Popular do Transporte faz um encontro hoje às 19:00 h na sede da APP-Sindicato para planejar novas ações na luta por um transporte público de qualidade. As entidade avaliam que o relatório do TCE é consistente e apresentou uma gama de irregularidades suficientes para anular a licitação das linhas do transporte coletivo de Curitiba.
O movimento  pretende organizar um ato público para pressionar a atual administração no sentido de adotar os procedimentos  de uma nova licitação. Uma audiência com o prefeito Gustavo Fruet (PDT) foi solicitada para essa semana com o objetivo de tratar da questão,
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Sindicalistas em bloco deixam legenda do PCdoB no Paraná

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Sindicalistas da base da Fetiep (Federação dos Trabalhadores da Indústria da Alimentação), dos químicos, do setor do papel, vestuário, entre outros, deixaram o PCdoB. PSB e Solidariedade negociam filiação dos dirigentes sindicais

Curitiba 15-06-2009- posse do presidente da Fetiep Luiz Ary Gin,e a sua diretoria. Foto; Carlos Soares/SECS

CELIO BOLINHA

Luiz Ary Gin(pres da Fetiep) e Célio Bolinha (Sind. da Kraft) lideram debandada
Uma saída em bloco de sindicalistas da legenda do PCdoB. É um dos fatos que movimenta a atual temporada de troca-troca partidário. O grupo é liderado pelo veterano sindicalista, Luiz Ary Gin,  presidente da Fetiep, federação de trabalhadores que reune mais de 30 sindicatos no estado.  Além de Gin, deixam o partido,  Aguinaldo Pereira, atual presidente da CTB-PR, central sindical ligado ao partido; Célio Bolinha do Sindicato da Kraft, Chico Rodrigues dos químicos,  Agenor de Oliveira (Sti Papel- Curitiba), Maria Leonora (vestuário Apucarana), entre outros dirigentes sindicais.
Os dirigentes sindicais negociam o ingresso em bloco em uma nova legenda. PSB e Solidariedade, o partido de Paulinho da Força Sindical, estão entre os prováveis destinos dos sindicalistas.  Além da baixa partidária, a saída causa um forte impacto na estrutura da CTB (Central dos Trabalhadores do Brasil) na região sul.
O Blog teve contato com um membro da executiva do partido no Paraná, que classificou o processo “como uma hemorragia. Tivemos perdas significativas nos últimos meses”.

Espionagem dos EUA: NSA tem o perfil dos contatos de milhões de cidadãos

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Investigação do The New York Times, baseada nos documentos revelados por Edward Snowden, mostra como a Agência Nacional de Segurança se dedica há anos a traçar uma rede de contatos sociais para aprofundar o perfil de qualquer cidadão americano. 20 mil milhões de eventos são registados diariamente.
Via Esquerda.Net

Slide de uma apresentação de powerpoint da NSA sobre a forma como a agência relaciona as pessoas umas com as outras

 

Uma investigação publicada sábado pelo The New York Times, baseada nos documentos revelados por Edward Snowden, mostram como a Agência Nacional de Segurança (NSA) se dedica há anos a traçar uma rede de contactos sociais para aprofundar o perfil de qualquer cidadão americano.

A ideia é que pode ser muito mais revelador da atividade de uma pessoa saber com quem ela se relaciona, por onde se desloca, a que instituições recorre, onde faz compras, do que o próprio conteúdo das mensagens.

Os chamados “metadados” podem ser, de facto, extremamente reveladores. Os registos de e-mails e de chamadas telefónicas, por exemplo, permitem aos analistas da NSA identificar amigos pessoais e sócios, detectar onde essas pessoas estavam em determinado momento, obter pistas sobre afiliações ou preferências partidárias ou religiosas, retirar conclusões de chamadas regulares para psiquiatras, por exemplo.

O jornal ouve um professor de direito da George Washington University que explica que saber o número para o qual a pessoa ligou numa certa hora, ou a localização do telemóvel, permite traçar a imagem do que essa pessoa está a fazer. “É o equivalente digital de seguir uma pessoa na rua”.

Resolução de 1979

A recolha desses dados foi desencadeada por uma resolução do Supremo Tribunal de 1979 que estabelecia que o cidadão não pode esperar que haja privacidade em relação ao número telefónico para o qual ligou. A partir daí, a NSA passou a obter dados como o registo de telefonemas dados e recebidos e endereços de e-mail sem pedir autorização a um tribunal, o que teria de fazer se quisesse conhecer o conteúdo dessas chamadas.

Esses dados só eram permitidos, porém, se estivessem relacionados a uma ligação entre um cidadão americano e outro estrangeiro. A partir de 2010, porém, a NSA passou a fazer essa “perseguição digital” a qualquer cidadão americano, bastando para isso dizer que havia motivos relacionados com a política externa.

New York Times revela que pelo pedido de orçamento da agência para 2013 é possível ter uma ideia do alcance a que esta análise de metadados chega: o software e o número de técnicos permite à NSA registar 20 mil milhões de eventos diariamente, e torná-los disponíveis aos analistas da NSA em apenas 60 minutos.

Imagem do dia: Presidenta Dilma se encontra com fake Dilma Bolada

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A presidente recebeu em seu gabinete Jeferson Monteiro, criador da Dilma Bolada, e aproveitou para reativar sua conta no twitter e anunciar entrada no Facebook e Instagram  – Via Lino Bocchini

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Dilma e Anderson no Palácio do Planalto: Dilma “boladona” nas redes sociais

Trabalhadores se organizam em redes sindicais para enfrentar o poder das corporações e empresas transnacionais

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Categorias como metalúrgicos, construção civil, têxteis, químicos, alimentação se organizam em redes sindicais instaladas  em diversas partes do mundo. É o fenômeno da globalização da ação sindical

Divulgação

A globalização da economia levou os trabalhadores de grandes empresas a se organizarem em redes sindicais com a participação de entidades instaladas em várias partes do mundo.

Os metalúrgicos, químicos, têxteis e empregados na área de vestuário se organizam na IndustriAll Global Union; os telefônicos e os comerciários na UNI América, os trabalhadores da alimentação na Uita e os da construção civil e pesada, por exemplo.

Para formar uma rede sindical é vital a participação do sindicato de trabalhadores onde a empresa estiver sediada. Este sindicato deverá buscar permanentemente contato com os demais sindicatos em que hajam plantas dessa empresa e que podem estar situadas em qualquer lugar do mundo.A rede tem o poder de deliberação, mas o de executar é do sindicato.

Podemos citar como exemplo de empresas que têm redes sindicais a  Arcelor Mittal,a Nestlé, a Walmart ea  Movistar (Vivo no Brasil). A organização destas redes não é homogênea. Algumas estão funcionando há algum tempo e outras estão apenas começando.

“Os sindicatos de trabalhadores de um determinado  país se reúnem e debatem seus problemas. O mesmo se dá com os sindicatos da  América Latina, de cada um dos continentes e depois do mundo inteiro com o presidente da empresa.  Por exemplo, nos dias 7 e 8 de outubro, os dirigentes sindicais associados à Federação dos Trabalhadores para América Latina da Nestlé (Felatran) se  reúnem para debater os problemas que enfrentam nos países latino-americano, informa Melquíades de Araújo, presidente da Fetiasp (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação do ESP) e da Felatran. O resultado da reunião será levado a Genebra, no encontro com o presidente da Nestlé, que acontecerá entre 21 e 25 de outubro.

“Nestas reuniões não se discute salários ou hora-extra, etc…Os debates giram em torno de problemas sociais que os trabalhadores enfrentam e de temas como saúde, segurança, rotatividade, terceirização e precaridade no trabalho, entre outros”, informa Araújo.

Na área do comércio, os sindicalistas analisam se as grandes corporações seguem seus países de origem ou daqueles onde estão instaladas. Verificam se os trabalhadores têm carteira profissional assinada, bom salário, boa alimentação e alojamento. “Para a Copa do Mundo reivindicamos Trabalho Decente”, declara Ademir Lauriberto Ferreira, que integra a Secretaria dos Trabalhadores do comércio e serviços da Força Sindical. O secretário internacional da UNI América da América Latina  é Luiz Carlos Motta, presidente da FecomerciáriosSP.

“A experiência do trabalho de rede sindical é excelente e hoje posso dizer que é fundamental”, declara Cenise Monteiro de Moraes, diretora de Relações Internacionais da Federação Nacional dos Trabalhadores em Telecomunicações (Fenatel). Uma vez por ano, os sindicatos de trabalhadores que têm a Vivo em suas bases participam da reunião com o presidente da Movistar. “Nestes encontros podemos resolver grandes conflitos e, com base nas informações que recebemos, podemos elaborar nossos planos de ação”, explica. Outra empresa que formou a sua rede agora foi a Claro. Junto com a Embratel fazem parte do grupo América Móvel.

IndustriAll

A IndustriAll já existe em 140 países do mundo e representam 50 milhões de trabalhadores metalúrgicos, químicos, têxteis e trabalhadores na área dos vestuários. Os trabalhadores debatem os critérios de como será desenvolvida a rede e com que recursos vão sustentá-la, como serão escolhidos os coordenadores, como será a participação dos sindicatos dos diferentes países, informa Edson Bicalho, coordenador dos químicos da Força Sindical na IndustriAll . No Brasil, estão associados à IndustriAll a Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos – CNTM, Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico – CNTQ e Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Setor Têxtil, Vestuário, Couro e Calçados – CONACCOVEST (Força Sindical) e Confederação Nacional dos Metalúrgicos – CNM, Confederação Nacional do Ramo Químico – CNQ e Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria Têxtil, Couro e Calçado – CNTV (CUT).

Segundo Bicalho, entre os assuntos debatidos estão se as empresas cumprem o acordo coletivo ou não, se optam pela lei vigente de seu país de origem ou de países onde têm unidades instaladas. “Os sindicatos têm condições diferenciadas de luta. Os mais organizados e combativos  conquistam mais benefícios. Por exemplo, em alguns países as empresas permitem a sindicalização de trabalhadores, em outros não”, ressalta.

A Federação dos Químicos do ESP realizará um seminário entre 29 e 30 de outubro com seis empresas dos setores químicos, vidros, tintas e farmacêuticos.” Algumas estão começando a rede e outras estão mais adiantadas”, destaca Bicalho. No dia 2 de outubro, será a reunião da rede de empresas de fertilizantes na Praia Grande coordenada pelo sindicalista Hebert Passos, presidente do Sindicato dos Químicos de Santos.

Eunice Cabral, presidente do Sindicato das Costureiras de São Paulo e Osasco e da Conaccovest  (Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Setor Têxtil, Vestuário, Couro e Calçados), declara que  “a realidade vivida pelo setor têxtil nacional mostra que a história se repete. Em muitos países a desindustrialização do setor foi o carro chefe de grandes crises”.

Segundo ela,” no Brasil vivemos um quadro alarmante: carga tributária elevada, diminuição significativa da produtividade e a concorrência desleal e desenfreada com os importados. A criação da IndustriALL e sua participação ativa no movimento sindical nacional, vêm de encontro com o descontentamento e ansiedade por ações eficazes e que conduzam a soluções”.

Para Mônica Veloso, vice-presidenta da CNTM (Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos), “as redes sindicais são um importante instrumento de debates, intercâmbio de informações e ações concretas de solidariedade entre a classe trabalhadora e o movimento sindical, no Brasil e no mundo”.

“A CNTM está elaborando um plano de ação e uma cartilha para o trabalho de Redes Sindicais ambos serão utilizados nas oficinas de capacitação de dirigentes sindicais. Um e-group sobre as Redes Sindicais está sendo criado para ser incorporado à página da CNTM na internet (www.cntm.org.br) e contribuir com o intercâmbio de informações sobre os fatos que ocorrem na base metalúrgica, tornando mais ágil as ações de solidariedade nacional e internacional na base metalúrgica”, informa.

Fonte: Assessoria de imprensa da Força Sindical

Sindicato dos Jornalistas denuncia privatização da TV educativa do Paraná

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RTVE: Qual TV e Rádio pública que queremos? Campanha do Sindicato dos Jornalistas contra a privatização 

RTVE: Qual TV e Rádio pública queremos? ;

 

Uma das principais atividades da atual gestão do Sinijor-PR é a luta por uma TV e Rádio pública que atenda aos interesses da sociedade e que respeite seus trabalhadores. No início de setembro uma proposta que tramita na Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) transfere a produção de conteúdo da Rádio e Televisão Educativa do Paraná (RTVE) para “serviço social autônomo”. “O governador Beto Richa propõe um mecanismo de privatização do serviço público disfarçada”, diz Guilherme Carvalho, presidente do Sindijor (leia artigo sobre o tema aqui), sobre a criação da E-Paraná Comunicação, que torna a emissora pública do Paraná uma “espécie” de empresa.

Explicações: Para o Sindijor, o governo deve mais explicações à sociedade. Está agendada para o dia 02 de outubro (quarta-feira), às 9 horas, através da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Paraná, uma reunião pública entre representantes do Governo ou da Secretaria de Comunicação Social do estado, com o Sindijor e representantes da subseção dos Campos Gerais. O encontro será na própria ALEP, na Sala das Comissões. O Sindicato considera de extrema importância a participação da sociedade no encontro (entidades sociais, sindicatos, etc.).

“O objetivo é reunir mais elementos sobre este projeto do governo, uma vez que nada foi passado aos trabalhadores da RTVE até o momento”, explica Pedro Carrano, diretor de formação do Sindijor, que conversou com funcionários da emissora durante a última semana.

Outro problema apontado, agora pela oposição ao governo do estado é a questão da modalidade de contratação e pagamento do projeto. “Isso serve para resolver questões como a contratação de outras empresas prestadoras de serviços e de pessoas que estão recebendo por *cachê, o que vem sendo muito contestado pelo Ministério Público”, aponta Tadeu Veneri – vice-líder da oposição na ALEP.

Abaixo-assinado

O Sindijor-PR criou o abaixo-assinado “NÃO À PRIVATIZAÇÃO DISFARÇADA DA RTVE (TV E RÁDIO EDUCATIVA DO PARANÁ)”. Os diretores da entidade já começaram a fazer contato com deputados para barrar a proposta. A RTVE é a emissora do povo paranaense e o caminho adotado pela atual administração do estado, governador Beto Richa, é propor um mecanismo de privatização do serviço público.

Porque dizer não ao projeto: para o Sindijor, este projeto que tramita na ALEP irá dificultar a liberdade editorial atrelando profissionais sem estabilidade de emprego aos interesses políticos; a terceirização resulta na precarização das condições de trabalho; impõe uma lógica privada para empresas públicas, seguindo à lógica empresarial/comercial; dificultará o controle financeiro dos gastos públicos em comunicação, podendo mascarar gastos públicos (já que os valores não serão contabilizados na folha de pagamento).

*Cachê: – No início do ano, o Sindijor denunciou à Promotoria do Ministério Público do Trabalho, a questão dos trabalhadores “cachês” (leia matéria aqui); mantidos pela RTVE. Os “cachês” atuam na emissora em várias atividades jornalísticas: pauta, captação de imagem, reportagem, apresentação, entre outras funções. Segundo o que foi investigado pelo Sindijor, não há controle de entrada e saída dos trabalhadores, assim como contracheques ou registros em carteira.

Fonte – Sindijor – Por Regis Luís Cardoso  

PED PT: Rui Falcão em Curitiba neste sábado

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O presidente nacional do PT, Rui Falcão, se reúne com lideranças estaduais do PT amanhã em Curitiba

Via Imprensa Enio Verri
O presidente nacional do PT, Rui Falcão, estará em Curitiba neste sábado (28) para participar de um ato político com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e o presidente estadual do PT, deputado Enio Verri. O evento tem o objetivo de marcar, no Paraná, o lançamento da candidatura de Falcão à reeleição a presidência nacional do PT pela chapa “O Partido que Muda o Brasil”, do campo majoritário do partido, Construindo um Novo Brasil (CNB). No estado, a CNB tem Verri como candidato à reeleição a presidência do PT-PR.
De acordo com a organização, devem participar do encontro cerca de 400 militantes, de Curitiba e do interior. Estarão presentes os deputados federais André Vargas, Ângelo Vanhoni, Zeca Dirceu e Assis do Couto, deputados estaduais Luciana Rafagnin, Péricles de Mello, Toninho Wandscheer e Elton Welter, além de dirigentes nacionais e estaduais do PT.
O ato político é aberto a todos os militantes do PT paranaense e apoiadores das candidaturas de Falcão e Verri.
Serviço:
Ato Político com Rui Falcão, Gleisi Hoffmann, Paulo Bernardo e Enio Verri 
Data: 28 de setembro (sábado)
Horário: 9 horas
Local: Hotel Bourbon – Rua Cândido Lopes, 102, Centro, Curitiba – PR
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