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Arquivo do mês: agosto 2013

Obama anuncia que EUA vão atacar a Síria

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O prêmio Nobel da Paz 2009 anunciou neste sábado que decidiu que os Estados Unidos vão atacar militarmente a Síria, sem tropas no terreno. Obama declarou também que vai requerer a aprovação do Congresso e que o ataque pode ser “amanhã, na próxima semana ou no próximo mês”.

Via Esquerda.Net

O prêmio Nobel da Paz 2009 anunciou neste sábado que decidiu que os Estados Unidos vão atacar militarmente a Síria, sem tropas no terreno – Foto de Michael Reynolds/Epa/Lusa

Barack Obama fez a declaração pública neste sábado na Casa Branca, acompanhado pelo vice-presidente dos EUA, Joe Biden.

“Decidi que os EUA devem agir militarmente contra alvos do regime sírio”, declarou Barack Obama.

“O regime de Assad tem de ser responsabilizado pelo uso de armas químicas”, justificou o presidente norte-americano, considerando que se tratou do “pior ataque com armas químicas do século XXI”.

Obama disse também que o ataque será uma ação contra alvos bem definidos e que não haverá invasão da Síria, nem tropas no terreno.

O presidente dos EUA anunciou também que “vai pedir autorização para o uso da força aos representantes do povo americano no Congresso” e afirmou: “Estamos preparados para atacar quando escolhermos. A ação pode ocorrer amanhã, na próxima semana ou no próximo mês”.

“Enquanto levo esta questão ao Congresso e dou tempo aos inspetores da ONU, quero dizer ao mundo que os EUA não podem fechar os olhos ao que aconteceu em Damasco”, disse ainda Obama.

Enquanto o presidente norte-americano anunciava a decisão, manifestantes junto à Casa Branca protestavam contra uma intervenção militar dos EUA contra a Síria.

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Opinião ## O direito à cidade nas manifestações urbanas

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O direito à cidade nas manifestações urbanas: entrevista inédita com David Harvey. “O conflito na e pela cidade é saudável, e não uma patologia que intervenções estatais devem controlar e suprimir”. Entrevista com o geógrafo britânico David Harvey.

Via Esquerda.Net

 O geógrafo britânico David Harvey é um dos pensadores mais influentes da atualidade. Unindo geografia urbana, marxismo e filosofia social na compreensão das contradições do mundo contemporâneo, sua obra é um forte eixo de renovação da tradição crítica e ganha especial relevância num contexto de explosão de movimentos contestatários urbanos no Brasil e no mundo.

 

Nesta entrevista, traduzida em primeira mão pelo Blog da Boitempo, Harvey discute as manifestações que tomaram as ruas do Brasil a partir de junho e os desafios para a organização de mobilizações urbanas de amplo escopo, assim como o lugar das novas tecnologias e dos movimentos sociais. À luz do urbanismo privatizado e securitário de Londres, o geógrafo comenta a importância do debate sobre o direito à cidade e os desafios de se pensar uma cidade anti-capitalista. Traçando paralelos com revoltas urbanas ao redor do globo, da China a Istambul, ele esboça, inclusive, acréscimos à sua obra mais recente, que dá nome e inspira o livro de intervenção Cidades rebeldes: Passe Livre e as manifestações que tomaram as ruas do Brasil, que a Boitempo acaba de lançar analisando as causas e consequências das ditas “Jornadas de Junho”, e com o qual Harvey contribui como autor.

 

Em 1968, Henri Lefebvre introduzia o conceito do “direito à cidade”. Ele advogava o “resgate do homem como o principal protagonista da cidade que construiu (…) o ponto de encontro para a vida coletiva.” O senhor tem se referido a esse direito coletivo – de refazermos a nós mesmos e a nossas cidades – como “um dos mais preciosos, porém mais negligenciados de nossos direitos humanos.” De que formas o senhor pensa que temos negligenciado esse direito humano nos últimos anos?

Se a questão de que tipo de cidade é construída depende criticamente do tipo de pessoa que queremos ser, então a ampla falência em se discutir abertamente essa relação significa que abandonamos a remodelação das pessoas e de suas paixões aos requisitos da acumulação do capital. Acredito que estava bem claro a quem planeia e legisla que a suburbanização dos Estados Unidos após 1945 não apenas ajudaria resgatar os EUA do prospeto de um retorno às condições de depressão dos anos 1930 por meio de uma ampla expansão da demanda efetiva, mas que serviria para criar um mundo social e político desprovido de consciência revolucionária ou de sentimento anticapitalista. Não é de se espantar que o movimento feminista da década de 1960 via o subúrbio como seu inimigo e que o estilo de vida suburbano tornou-se associado a um determinado tipo de subjetividade política socialmente preconceituosa, excludente e, em último caso, racista.

Londres é elogiada como uma cidade multicultural, e talvez um componente significativo do direito à cidade seja o direito de coexistir. Ao reimaginar e refazer cidades, como podemos garantir que esse processo não se dê de forma a privilegiar ou discriminar diferentes interesses ou comunidades que nela existem?

Não há nada que garanta isso além de movimentos sociais, empenhamento político ativo e a disposição de lutar pelo seu lugar. O conflito na e pela cidade é saudável, e não uma patologia que intervenções estatais devem controlar e suprimir.

Vivemos em uma era digital. Em muitos casos, há quem desenvolva relações mais íntimas com pessoas a milhares de quilómetros de distância do que com seus próprios vizinhos de rua. Se é justo dizer que as cidades têm tendido, historicamente, a se desenvolver em torno de um espaço físico compartilhado, de que forma as tecnologias comunicativas que minam a preeminência de comunidades físicas/espaciais afetam a futura configuração da cidade?

As novas tecnologias são uma faca de dois gumes. Por um lado, funcionam como “armas de destruição em massa” levando as pessoas a acreditarem que a política só seria possível em algum mundo virtual. Por outro, podem ser usadas para inspirar e coordenar ação política nas ruas, nos bairros e por toda a cidade. Nada substitui corpos na rua mobilizados para ação política como vimos no Cairo, em Istambul, Atenas, São Paulo etc. Quando trabalham juntamente com política de rua ativa, as novas tecnologias podem ser um recurso fabuloso.

Em “Whose Rebel City?”[Cidade rebelde de quem?], Neil Grey sugere que no seu livro mais recente, Rebel Cities, a análise do senhor negligenciava a tradição [marxista] autonomista que surgiu durante as lutas urbanas das décadas de 1960 e 1970 na Itália – caracterizadas pelo slogan “Tomar a cidade”; por debates feministas em torno da reprodução social; pela ideia da “fábrica social” e o dito “ativismo comunitário territorial” –, focando a sua teoria na absorção do capital e do trabalho excedente via urbanização. Como o senhor responde a essa crítica? Concorda que essas práticas políticas podem servir de modelos delineadores de como habitantes poderiam reorganizar suas cidades?

Acho essa crítica estranha. De fato, o capítulo 2 de Rebel cities trata da criação da urbanização por meio de processos de acumulação de capital, mas o capítulo 5 se dedica a movimentos sociais de classe nas cidades. Não pude cobrir todos esses movimentos, é claro, e então existem tantos, como os associados ao movimento autonomista na Itália que são, certamente, dignos de inclusão. Mas cheguei a me debruçar sobre a forma pela qual as casas das pessoas no começo do século na Itália complementavam os movimentos de conselho fabril e, é claro, se inspiraram muito no caso de El Alto assim como na Comuna de Paris e em outras insurgências urbanas, na tentativa de teorizar de que formas poderiam ser compreendidos no quadro da luta de classes. Então dizer que eu só me preocupei com a absorção do capital excedente é um tanto esquisito e sugere que Neil Grey ou não chegou ao final do livro ou foi desdenhoso porque não tratei de seu movimento social urbano favorito em particular.

Gostaria, no entanto, de ter citado o comentário de Gramsci sobre a importância de suplementar os conselhos fabris com comitês de bairro:

“No comité de bairro, deveria tentar-se incorporar delegados também de outras categorias de trabalhadores que habitam o bairro: empregados de mesa, motoristas, condutores de elétrico, ferroviários, lixeiros, empregados domésticos, empregados do comercio etc. O comité de bairro deveria ser a emanação de toda a classe trabalhadora que habita o bairro, emanação legítima e influente, capaz de fazer respeitar uma disciplina, investida de poder, espontaneamente delegado, bem como capaz de ordenar o fechamento imediato e integral de cada trabalho em todo o bairro.”
(“Democrazia operaia“, L’Ordine Nuovo, 21 de junho, 1919; versão em português)

Na esteira da rápida urbanização e pleno inflacionamento da bolha de propriedade na China, o senhor falou de uma crescente luta de classes de base da qual quem mora no Ocidente simplesmente não ouve falar. Se olhássemos com mais cuidado à situação na China, o que poderíamos aprender?

Há muito mais a sair sobre a China agora e há um crescente reconhecimento dos perigos, tanto das gigantescas bolhas de ativos urbanos (particularmente na habitação), quanto de um problema crónico de superprodução de urbanização em resposta à queda de mercados de exportação em 2008. Existe agora muito nervosismo no que diz respeito à superacumulação urbana. Teoricamente, compreendo o que está a acontecer, mas não sei dizer quando o processo será interrompido. E sabemos que existe muita inquietação urbana e industrial na China, mas é muito difícil julgar o quanto e com que significância.

O senhor coloca o seu conceito de “acumulação por desapossamento” no coração da urbanização sob regime capitalista. Atualmente, trechos significativos de Londres estão sendo transformados sob o pretexto de “regeneração”, processo que vem acompanhado de cortes nos benefícios habitacionais, e o novo bedroom tax1. Um exemplo entre muitos seria o das centenas de moradores do conjunto habitacional de Heygate, no centro da cidade, que perderam as suas casas para que promotores imobiliários pudessem substituir habitação social por propriedades “a preços acessíveis”. Movimentos locais emergiram em resistência a esses despejos, mas enfrentam continuamente constrangimentos políticos e legais. Quais são os seus pensamentos sobre a importância e as potenciais armadilhas de um movimento unificado em toda cidade – ou de escopo ainda maior?

Acho que é vital unificar, o quanto for possível, as lutas contra o desapossamento na cidade toda. Mas fazer isso requer uma imagem precisa das formas de desapossamento e das suas raízes. Por exemplo, existe atualmente uma necessidade de montar um quadro das práticas predatórias dos promotores imobiliários e de seus financiadores em nível metropolitano, e começar uma luta coletiva e de toda a cidade para refrear e controlar as suas práticas. Recentemente vimos uma grande inquietação urbana no Brasil tratando principalmente de custos com o transporte, mas também (e isso é notável, dado que se trata do Brasil) contra a construção de estádios para a Copa do Mundo e o deslocamento e gasto de recursos públicos envolvidos. Então, lutas a nível metropolitano e trans-metropolitano não são impossíveis. O perigo, como sempre, é que as lutas possam esmaecer na medida em que as pessoas se cansam da luta. A única resposta é manter as lutas acontecendo e construir organizações que têm a capacidade de fazer isso (o MST no Brasil é um bom exemplo disso, apesar de não ser uma luta distintamente urbana).

Existe uma distinta carência de espaços de propriedade comum em Londres. Boa parte da cidade é privatizada e atende ao panótico securitário da vigilância, e há uma escassez de espaços públicos livres de interferências do mercado. É importante buscar e construir espaços comunitários para permitir àqueles que resistem às depredações do capitalismo terem espaço não somente para trabalho, mas para explorar as novas vias de interação criativa também?

A questão de libertar espaços controlados pelo Estado para fazer deles um bem comum controlado pelas pessoas é, na minha opinião, crucial. A reversão da privatização dos espaços públicos é também vital e eu esperaria ver muito mais movimentos dirigidos a esses fins.

O senhor tem falado sobre a possibilidade de uma “liga de cidades socialistas” como uma maneira poderosa de mudar a ordem do mundo. Será que poderia discorrer um pouco sobre o que quer dizer, e como elas poderiam funcionar?

É uma ideia um tanto distante à primeira vista mas existe muita aferição ocorrendo entre cidades, e em determinadas questões, como o controle de armas nos EUA, existem ligações cooperativas entre administrações urbanas que podem ter resultados progressivos. Não vejo por que tais práticas não possam ser desenvolvidas em resistências urbanas organizadas contra práticas neoliberais. Penso que uma resposta coordenada atravessando o escopo da administração urbana no Reino Unido para a chamada bedroom tax seria uma possibilidade que ecoaria a maneira pela qual a luta sobre a poll tax se desenrolou anteriormente. Temos de facto feito coisas desse tipo, mas deixámos de analisá-las completamente e de apreciarmos as suas possibilidades posteriormente.

A inquietação civil está a tornar-se uma característica recorrente da vida urbana em Londres, assim como em outras cidades ao redor do mundo, dentre elas Atenas, Madrid, Cidade do México, Buenos Aires, Santiago, Bogotá, Rio de Janeiro e, mais recentemente, Estocolmo. Os motins (não apenas protestos e movimentos sociais organizados) estariam a tornar-se parte da caixa de ferramentas para reivindicar o direito à cidade? O que aqueles aqui [em Londres], na capital financeira do mundo, podem aprender dessas lutas noutras cidades?

Já que me convida a comentar essas questões, temos Istambul. Quando você olha para a situação global, sente que há uma situação vulcânica borbulhando debaixo da superfície da sociedade, e nunca sabe quando e onde ela explodirá em seguida (quem diria Istambul, apesar de estar claro para mim em minha visita anterior que havia lá muito descontentamento). Penso que temos de nos preparar para tais erupções e construir, tanto quanto seja possível, infraestruturas e formas organizacionais capazes de apoiar e desenvolvê-las em movimentos sustentáveis.

Mesmo reconhecendo a inerente legitimação da propriedade privada no interior do conceito, quais as são suas visões sobre a eficácia da implementação de uma taxa sobre o valor da terra2 no Reino Unido? Você acha que ela poderia atingir algum dos efeitos equalizadores advogados por seus proponentes?

Acredito que uma taxa sobre o valor da terra poderia ajudar, mas, em último caso, não endereça o problema das vastas extrações de riqueza por uma classe de rentistas que se tornou tão poderosa nos anos recentes, particularmente em grandes cidades como Londres e Nova Iorque, pois isto é uma das principais formas de espoliação que precisa ser confrontada.

Publicado em inglês em The Occupied Times of London, de agosto de 2013.

A tradução é de Artur Renzo, para o Blog da Boitempo.


1 Bedroom tax é o apelido dado a uma das mais discutidas mudanças nas políticas públicas habitacionais impostas pelo pacote de reformas no bem-estar redigido no final de 2012, sob o Welfare Reform Act. Traduzido literalmente como “taxa do quarto”, trata-se de uma “penalidade de sub-ocupação” que reduz os benefícios dos beneficiários que possuiriam espaço demais. Em vigor desde abril de 2013, a medida é frequentemente comparada ao poll tax, ou imposto comunitário, imposto por Margaret Thatcher no final de seu governo. A medida, que substituía o imposto sobre o valor dos imóveis por uma taxa única a ser cobrada por habitante (“por cabeça”), foi fortemente resistida pela população e é um dos principais fatores atribuídos à queda da Primeira-Ministra neoliberal. [Nota do Editor]

2 No Brasil, em especial em São Paulo, há um debate semelhante em torno da aplicabilidade dos instrumentos que visam a promoção da função social da propriedade, previstos pelo Estatuto da Cidade. O recente manifesto Urbanistas pela justiça social destaca o IPTU progressivo no tempo, o PEUC, o direito de preempção, e a desapropriação com pagamento em títulos da dívida pública. [N.E.]

CBN Curitiba: jornalista acusado de assédio sexual vai processar estagiária

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O Blog reproduz matéria sobre o rumoroso caso envolvendo o ex-deputado federal Airton Cordeiro, jornalista da CBN, acusado de assédio sexual.

 Redação Comunique-se

O caso de suposto assédio na CBN Curitiba ganhou mais um capítulo. Depois de ter sido acusado pela estagiária Mariana Ceccon, o comentarista esportivo Airton Cordeiro disse que irá processar a jovem. “Tenho pena dessa moça. A cartinha dela foi uma baixaria sem tamanho. Ela foi extremamente infeliz ao escrever esse texto”, disse o comunicador ao G1.

Mariana divulgou nesta semana carta que fala sobre o assunto. Com detalhes, ela explicou que o problema começou em junho deste ano e que o jornalista fazia piadas de mau gosto. “Dentro do estúdio, durante os intervalos, o Airton começou a fazer piadas de péssimo gosto sobre o Caso Tayná, sobre política, sempre usando termos de baixo calão. ‘Quer dizer que ninguém quis comer a buceta dessa tal de Tayná?’. Ninguém respondia, às vezes forçavam um sorriso amarelo ou como no meu caso, levava na ‘esportiva’ porque afinal eu sou a estagiária e aquele é o Airton Cordeiro! A corda sempre arrebenta para o lado mais fraco e não seria eu que criaria caso”, diz trecho da carta divulgada por ela.

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Comentarista esportivo, Cordeiro negou as acusações de Mariana Ceccon (Imagem: Paraná Online)

A estudante de jornalismo, que estava na emissora desde março, contou que resolveu escrever o texto pois não era mais “possível ficar quieta sobre este assunto”. Ela conta que colocou no relato exatamente o que ouviu de Cordeiro, isso porque não aguenta “mais ouvir coisas do tipo: ‘ahh o velho tá no fim da vida, foi lá fez um galanteio e todo mundo tá fazendo esse escândalo’, ‘Ah o cara passou uma cantada e já levam para o lado do assédio’.

Com o caso, Mariana acabou saindo da emissora na terça-feira, 27. Cordeiro, até então, não havia se pronunciado sobre as denúncias. Nesta sexta-feira, 30, a estudante prestará depoimento, de acordo com a Secretaria de Estado da Segurança Pública do Paraná (Sesp).

O caso

A história sobre o suposto caso de assédio foi revelada no começo deste mês, quando a situação foi denunciada pelos próprios jornalistas da emissora. No texto escrito por Mariana e divulgado nesta semana, ela relata o que aconteceu e afirmou que as acusações são contra o ex-deputado federal e jornalista Airton Cordeiro, comentarista esportivo da casa. Para ela, “não existe nada pior para um jornalista do que ter a credibilidade suja, a honra julgada e a moral extirpada”.

A alegria e o compromisso dos médicos cubanos é a melhor resposta ao preconceito

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Uma imagem vale mais que mil palavras. No melhor estilo cubano, que é muito semelhante do “jeitão brasileiro”, os médicos reponderam com alegria e com a poesia de José Martir aos insultos e às manifestações de preconceito.  Essa parceria dos cubanos e brasileiros vai longe. Confira o vídeo.

Imagem do dia: Neoliberalismo de Beto Richa nunca mais!

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O dia 30 de agosto é considerado o "Dia da Pátria" para demotucanos no Paraná; os neoliberais Lerner, Richa e Álvaro foram alvos, nesta sexta, de protestos de educadores em todo o estado.  (Jonathan Campos/Agência de Notícias Gazeta do Povo).

Professora ergue cartaz de protesto na manifestação do 30 de agosto em Curitiba

Uma boa notícia…PIB cresceu

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A velha mídia e seus comentaristas econômicos ficaram desconcertados com os resultados do PIB

PIB cresce 3,3% e chega a R$ 1,2 trilhão

O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 3,3% no segundo trimestre de 2013 em comparação com o mesmo período em 2012. O destaque foi da agropecuária (13%), seguida por indústria (2,8%) e serviços (2,4%). Em relação ao primeiro trimestre de 2013, o aumento foi de 1,5%. A agropecuária apresentou o maior crescimento (3,9%), seguida por indústria (2%) e serviços (0,8%). Os dados foram publicados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta sexta-feira (30).

» Saiba mais sobre os dados no site do IBGE

Todos os subsetores que formam a indústria apresentaram resultados positivos, com destaque para o desempenho da construção civil (3,8%). A indústria de transformação apresentou aumento do volume do valor adicionado de 1,7% em relação ao trimestre imediatamente anterior, seguida pela extrativa mineral (1,0%) e por eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (0,8%).

Dentre os serviços, destaque para o crescimento do comércio (1,7%). As demais atividades também registraram aumento do volume do valor adicionado em relação ao trimestre anterior: intermediação financeira e seguros (1,1%), transporte, armazenagem e correio (1%), serviços de informação (0,9%), outros serviços (0,7%) e atividades imobiliárias e aluguel (0,7%).

Fonte: Blog do Planalto

Beto Richa nunca mais! É o grito de indignação dos professores nas ruas de Curitiba

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Uma enorme manifestação dos professores percorre neste momento as ruas centrais de Curitiba. É o 30 de agosto, um dia de luta do magistério paranaense

Arns deverá permanecer na Educação, mas Palácio Iguaçu já se prepara para sua saída do ninho quando for informado de que não será mais o vice na chapa de reeleição de Richa, em 2014; governador tucano estuda reforma no secretariado a partir da semana que vem.

A dupla Beto e Arns: um governo desastroso para o magistério paranaense

Neste exato momento milhares de professores do Paraná realizam uma marcha em direção ao Centro Cívico. É o 30 de agosto, um dia de luta do magistério paranaense. Foi nesse dia, há 25 anos, que o então governador Álvaro Dias  -hoje senador do PSDB-PR – ordenou uma violenta repressão contra a greve do professores.  A data é lembrada, a cada ano, com uma manifestação na capital paranaense, com caravanas de professores de todas as regiões do estado. O dia de luta integra o calendário escolar.

No governo Beto Richa, a situação da educação só piorou. Os professores amargam um retrocesso nas suas conquistas e enfrentam  um sucateamento geral das condições de ensino. Além disso,  a política salarial foi nesfasta para os educadores. Por isso, o grito de indignação da categoria ecoa na capital dos paranaenses: Beto Richa nunca mais!

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