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Arquivo do mês: maio 2013

Europa: 1° de junho, mobilização continental contra a Troika e a política antipopular de austeridade

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Mapa interativo aqui das manifestações nas capitais e cidades europeias
O protesto será realizado em mais de 100 localidades em 12 países da Europa (Portugal, Espanha, França, Itália, Grécia, Croácia, Suíça, Áustria, Alemanha, Reino Unido, Irlanda e Holanda).
A troika é a junção de três organismos que são a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Europeu.  A Troika é a responsável pela chamada política de austeridade, um pesado ajuste contra os povos europeus, baseado em cortes de pensões, redução de salários, desemprego, recessão e o fim do estado social.
É a fórmula dos  banqueiros e corporações econômicas para jogar o ônus da crise nas costas do povo trabalhador da Europa. A política de austeridade (para o povo, é claro) é a responsável por uma violenta crise social e econômica em toda zona do euro, países como Espanha, Grécia e Portugal atravessam uma profunda crise, com milhões de trabalhadores sem emprego e qualquer perspectiva a curto prazo. Tudo indica uma crise prolongada e profunda.
As jornadas continentais de lutas buscam unificar os povos para enfrentar o desastre econômico e social em curso. Ao mesmo tempo, apontam como alternativa ao modelo vigente, uma Europa Social e verdadeiramente democrática.
Com dados da Esquerda.NET

Manchete do dia: Fim do pedágio no Rio Grande do Sul. E no Paraná até quando vamos continuar sendo roubados?

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Fim da cobrança. Grupos comemoram o fim da cobrança e esperam a chegada de Tarso Genro no pedágio de Farroupilha. Militantes do PT, imprensa e deputados começam a chegar para participar da manifestação.

Via Diário Gaúcho

Grupos comemoram o fim da cobrança e esperam a chegada de Tarso Genro no pedágio de Farroupilha Daniela Xu/ Agência RBS/

Enquanto o governador não chega, faixas e placas são distribuídos pelo pedágio Foto: Daniela Xu/ Agência RBS
 
Por Jessica Britto
 
Trinta minutos antes do horário previsto para chegada do governador Tarso Genro à praça de pedágio de Farroupilha o movimento é intenso no local. Motoristas buzinam e comemoraram o fim do pedágio.Ao mesmo tempo, militantes do PT, imprensa e deputados começam a chegar para participar da manifestação. O ex-deputado estadual padre Roque Grazziotin está entre os presentes.

— É o fim da roubalheira de 15 anos — disse.

Vereadora do PT em Ipê, Gislaine Ziliotto disse que veio apoiar o governador.

— Dá para ver que todos estão contentes com a abertura das cancelas — detalhou.

Enquanto o governador não chega, faixas e placas são distribuídos pelo pedágio. Um carro de som convida a população a parar e comemorar o anúncio. Um forte esquema de segurança está montado. Um grande efetivo da Brigada Militar acompanha a movimentação e orienta motoristas.

Nenhum funcionário da concessionária é visto pela praça de pedágio.

Opinião ## Triunfa a luta pela vida: o caso dos médicos estrangeiros

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Por Hermann Hoffman*  – Via Adital


Ministro da Saúde, Alexandre Padinha (Foto: Agência Brasil)

Não tem volta. Não adianta o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Médica Brasileira (AMB) se desesperarem mais. O Governo Federal determinou: médicos espanhóis, portugueses e cubanos agora podem trabalhar no Brasil, nas áreas que muitos médicos brasileiros não querem ir. É oficial.

Primeiro o acordo foi Cuba e agora com a Espanha. Só falta Portugal chegar a um entendimento. Os médicos formados nestes países chegarão ao Brasil nos próximos meses, e já adianto, a partir de 9 de julho, a empresa aérea Cubana iniciará voos noturnos semanais de Cuba para São Paulo.

Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, os médicos estrangeiros podem trabalhar sem a revalidação dos diplomas por três anos, mas também, sem direito de se transferirem para as grandes capitais, como São Paulo. A medida será um paliativo para a deficiência de médicos nos pequenos municípios do Brasil.

Sobre o registro para exercer a profissão, um tema polêmico e o alvo principal das agressões do CFM e AMB, o ministro Padilha, informou que os profissionais terão uma autorização exclusiva para que só possam atuar em regiões específicas, onde há falta de médicos. Ele excluiu a possibilidade que a revalidação dos diplomas seja feita por provas como o Revalida, já que com esta modalidade o profissional estaria livre pra trabalhar em todo Brasil e não haveria a fixação nas zonas mais carentes.

O critério capital estabelecido pelo Governo Federal, para as cooperações médicas internacionais estão baseadas no descarte automático de países que tenham a taxa de médicos por 1.000 habitantes, inferior a do Brasil (1,95), como é o caso da Bolívia que tem 0,5 médicos por 1.000 habitantes ou o Paraguai que possui 1,3 por 1.000. Em contrapartida, países da região como Cuba, que conta com quase 7,0 médicos por cada 1.000 habitantes, a maior quantidade de médicos por habitantes do mundo, está incluído. De Cuba são esperados mais de 6 mil médicos que já passaram por aulas de português. Espanha e Portugal também irão enviar estes profissionais para o Brasil de acordo com o ministério da Saúde. Também serão descartados os médicos formados nas universidades que não sejam reconhecidas pelos próprios países.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informa que o Brasil possui 17,6 médicos para cada 10 mil pessoas, enquanto a Áustria possui 48 médicos a cada 10 mil cidadãos, contra 40 na Suíça, 37 na Bélgica, 34 na Dinamarca, 33 na França, 36 na Alemanha e 38 na Itália. É importante, que além da falta de médicos no Brasil, existe uma péssima distribuição geográfica. Em 2011, dos quase 372 mil médicos registrados no país, aproximadamente 209 mil estavam concentrados na Região Sudeste, e pouco mais de 15 mil na Região Norte, o cenário fiel da trágica distribuição no território nacional, fator que também estimula a entrada de médicos do exterior.

Por fim, para aqueles médicos e estudantes que preparam uma manifestação nacional, no próximo dia 25 de maio, contra a entrada de médicos estrangeiros no Brasil pela via proposta pelo Governo Federal, recomendo humildemente: mais que protestarem por um aumento necessário de médicos, é imprescindível tomarem doses de um bom antídoto chamado humanismo. Assim exercerão a medicina para o povo mais necessitado, por um povo carente e com o povo que clama.

Quem nos tira o direito a legalidade, subtrai do povo as possibilidades.

*O autor adota a política do copyleft podendo este texto ser copiado e divulgado, independente de autorização e desde que sem fins comerciais. E-mail: falecomhermann@gmail.com

Dilma compra 32 mil tablets para professores do PR, mas Beto Richa anuncia como se fosse mais uma obra dele

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Do Blog do Esmael

Os tucanos Beto e Flávio Arns anunciam, no Paraná, 32 mil tablets a professores como se a compra fosse "obras deles"; a dupla omite que se trata de recursos do governo Dilma Rousseff; não é a primeira vez que o governo do PSDB tenta surfar nas realizações de terceiros; a mesma coisa ocorreu em relação ao PAC e ao desempenho do PIB paranaense, acima da média nacional.

Os tucanos Beto e Flávio Arns anunciam, no Paraná, 32 mil tablets a professores como se a compra fosse “obras deles”; a dupla omite que se trata de recursos do governo Dilma Rousseff; não é a primeira vez que o governo do PSDB tenta surfar nas realizações de terceiros; a mesma coisa ocorreu em relação ao PAC e ao desempenho do PIB paranaense, acima da média nacional.

 

Definitivamente, o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), não gosta de dar crédito a quem realmente trabalha. A observação é da professora Maria Alzira, do município de Almirante Tamandaré, região metropolitana de Curitiba. Corro o risco de ser repetitivo no discurso e, às vezes, até parecer que já postei antes neste blog essa informação. Uma espécie de Déjà vu na crônica política paranaense — o que transforma o tucano em motivo de chacota nacional.

Veja se eu não tenho razão, caro leitor. O governo do PSDB diz que professores do ensino médio da rede estadual de educação do Paraná estão recebendo tablets que vão ajudar no trabalho em sala de aula; por meio do Plano de Ação Articulada (PAR), a Secretaria de Estado da Educação concluirá essa semana a distribuição de 32 mil aparelhos.

Richa e seu tucano amestrado, o vice e secretário da (des)Educação, Flávio Arns, omitem, porém, que o Plano de Ações Articuladas (PAR) é um instrumento criado em 2007 pelo Ministério da Educação (MEC) para auxiliar as secretarias de Educação de estados e municípios no planejamento de ações. Ele funciona como um check-up médico da Educação: os itens problemáticos são reconhecidos e, a partir daí, são tomadas medidas para solucioná-los. No ano passado começou o segundo ciclo PAR, que se estenderá até 2014.

O Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) condicionou o apoio técnico e financeiro do Ministério da Educação à assinatura, pelos estados, Distrito Federal e municípios, do plano de metas Compromisso Todos pela Educação. Depois da adesão ao Compromisso, os entes federativos devem elaborar o Plano de Ações Articuladas (PAR). Todos os 5.563 municípios, os 26 estados e o Distrito Federal aderiram ao Compromisso.

O PAR é o planejamento multidimensional da política de educação que os municípios, os estados e o DF devem fazer para um período de quatro anos — 2008 a 2011. O PAR é coordenado pela secretaria municipal/estadual de educação, mas deve ser elaborado com a participação de gestores, de professores e da comunidade local.

O governo Richa/Arns, malandramente, utilizam os recursos do governo federal, mas não lhe dá o devido crédito. Já disse isso aqui antes, claro. Não é só na área da educação que isso acontece. No PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) também ocorreu isso.

Opinião ## Um ano de gestão da CUT-PR: Um balanço para avançar nas lutas sociais e sindicais

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Por Marcio Kieller*

Há um ano, o palco do Teatro da Reitoria da centenária Universidade Federal do Paraná recebia mais de 280 delegados para a realização do 12º Congresso Estadual da Central Única dos Trabalhadores, a nossa CUT-PR, para a construção de um plano de lutas e atividades para os três anos de gestão. Chegamos ao final do primeiro ano de gestão.

De lá até aqui, durante esse um ano, foram muitas lutas, mobilizações, paralisações, greves, reuniões, assembleias, negociações coletivas, encontros, congressos, seminários, palestras, audiências públicas, conferências nacionais, estaduais e municipais, acompanhamento de eleições de sindicatos pelo Paraná e pelo Brasil! Também atuamos de forma decisiva em conselhos no quais a Central tem acento, como os Conselhos Estadual e Municipal do Trabalho, da Saúde, os Conselhos da UFPR e os Conselhos do Sistema S, dentre outros.

Muitas lutas, muitas batalhas, ganhamos muitas, tivemos reveses em outras, mas não nos furtamos a nenhum combate político ou sindical nesse ano que passou. Muitos foram os chamados e todos, dentro do possível, foram atendidos. Nossas parcerias com o movimento social se estabeleceu em diversas áreas, nossas lutas sindicais não pouparam esforços.

Dentre os principais embates que tivemos, estão: A luta pela instalação da Comissão Nacional da Verdade, juntamente com participação do Fórum Paranaense da Verdade, Memória e Justiça, em que conseguimos também indicar um membro na Comissão Estadual da Verdade, representando o Fórum e a CUT-PR; O plebiscito do Imposto Sindical, uma forma de discutir com os trabalhadores o que historicamente a CUT defende que é a liberdade de autonomia sindical, inclusive, com o financiamento dos sindicatos pelos próprios trabalhadores; A Central participou do Seminário Nacional Liberdade Sindical e os Novos Rumos do Sindicalismo no Brasil; Posicionamo-nos pelo Veta Dilma, sobre a questão do Código Florestal; Participamos de diversas audiências públicas, sempre levando e destacando o posicionamento da Central; Participamos, no Rio de Janeiro, da II Assembleia Sindical Mundial; Participamos, com uma delegação representativa, do Congresso Nacional da CUT, inclusive com a eleição de diversos companheiros para a Direção Nacional; da Conferência Nacional dos Bancários, que aconteceu em Curitiba; Participamos do III CEPIAL – Congresso de Educação para Integração da América Latina; Tivemos presença marcante nas Marchas da Diversidade e das Vadias; Participamos com uma delegação representativa do Fórum Social Mundial Palestina Livre; Também a Central teve participação destacada na greve dos bancários e na greve dos vigilantes; Nossos Sindicatos no serviço público tiveram papel de destaque no FES – Fórum de Entidades Sindicais, cito a APP-Sindicato, o SINDSEAB, o SIPOL, o SINTEMMAR, dentre outras.

Outras importantes atividades desse um ano de gestão foram a construção e apresentação da Plataforma da Classe Trabalhadoras da CUT-PR para candidatos a prefeito e vereadores em todas as regiões do Paraná, chamando esses candidatáveis a sua responsabilidade com a classe trabalhadora (a plataforma era composta pelas reivindicações dos trabalhadores com relação à melhoria de condições de vida e de trabalho nas cidades, com ênfase a discussão do trabalho decente, principalmente para os servidores municipais, que são a vitrine de qualquer administração municipal); A realização das atividades no 1° de Maio, juntamente com os movimentos sociais em Curitiba, e grandes atividades em Ponta Grossa e Francisco Beltrão, e nas regionais da CUT, com a participação de milhares de pessoas, com um caráter politizador e de despertar da consciência dos trabalhadores para sua força política e social quando estão organizados em seus sindicatos e como podem avançar nas conquistas e nos direitos para os trabalhadores!

Temos muitas lutas pela frente. E, em 2014, além de diversos processos eleitorais de sindicatos importantes, teremos o processo eleitoral nacional. Uma nova oportunidade para disputarmos a continuidade do projeto de desenvolvimento social que ajudamos a colocar no governo, mas buscando avançar ainda mais nas conquistas para o povo e para os trabalhadores! Para isso, precisamos compreender desde já a importância da organização da luta política, da conscientização de que precisamos organizar a nossa pauta e colocar o governo contra parede, pois se não fizermos esse movimento de ofensiva para trazer o governo para nosso lado, os oportunistas históricos desse país o farão (pois já gravitam em torno do governo, que troca o apoio político, por cargos e proventos, fazem de tudo para estar sempre orbitando ao centro do poder, vendem a alma, os princípios e o pior de tudo entregam). Precisamos, com a força das mobilizações sociais, trazer o governo para o lado daqueles que os elegeram, o povo brasileiro, os trabalhadores brasileiros.

A nossa Central se encontra em um momento muito oportuno para reafirmar os seus princípios de autonomia e independência política em relação ao Governo Federal. Pois existe uma distância muito grande entre apoiar ações sociais que contribuíram para um desenvolvimento sem precedentes na história do país e ficar calado quando setores reacionários tentam barrar os avanços ou atacam os direito histórico dos trabalhadores brasileiros! Temos uma pauta política com diversos pontos colocados para avançar nas lutas e na organização social dos trabalhadores brasileiros.

No 70° aniversário da Consolidação das Leis do Trabalho, temos na CLT um instrumento de garantia de direitos sociais dos milhões de trabalhadores brasileiros. Temos como missão da Central e dos sindicatos a ela filiados não permitir que os trabalhadores percam seus direitos conquistados com luta e organização. Não permitiremos ataques e tentativas de achaque aos nossos direitos sob o discurso disfarçado de desonerar a produção, mas que na verdade querem é fragilizar a classe trabalhadora, que sob a égide desses 10 anos de governo democrático e popular, em que mais de 18 milhões de empregos com carteira assinada foram gerados, em que a pressão da classe operária fez com que houvesse valorização do salário mínimo, conquistou diversos avanços e consolidou outros, como no caso da categoria bancária, que tem uma convenção coletiva que completou 20 anos de existência com muitas vitórias, é um exemplo e deve ser perseguida por outras categorias.

Na ordem do dia da nossa Central está a luta pelo trabalho decente, contra a precarização do emprego, ou seja, o combate ao Projeto de Lei 4.330, substitutivo do Deputado Artur Maia, que se for aprovado da forma que esta vai quebrar a estrutura dorsal de muitas categorias de trabalhadores dos setores de serviços públicos, de serviços e da indústria. Esse projeto atende somente a ganância dos empresários e dos banqueiros, pois precariza todo o tipo de trabalho, desresponsabilizando bancos, empresários e gestores públicos dos compromissos com os trabalhadores (pois, ao terceirizar, permite que empresas que assumam o ônus da folha, sendo responsáveis somente pela realização de algum serviço, pagando para esse terceiro o trabalho, que, por sua vez, será pago a quem desenvolveu o trabalho ou serviço muito menos do que o primeiro recebeu e, na grande maioria das vezes, sem os direitos constitucionais a que esse trabalhador tem direito, como férias, décimo terceiro, descanso semanais, enfim seus direitos constitucionais).

Esse ano que passou, tivemos muito trabalho para fazer a disputa de hegemonia e levar aos trabalhadores a nossa proposta de um projeto estratégico de desenvolvimento da sociedade paranaense e brasileira. Essas disputas não são fáceis, porque os empresários têm ao seu lado as estrutura de poder e mídia, tornando desigual esse processo. Nesse sentido, não podemos deixar de colocar que, entre as importantes lutas que teremos que travar nos próximos 2 anos de gestão da nossa Central no Paraná, está a luta por uma Lei de Meios, que diversos países da América Latina já tiveram a coragem de fazer, colocando a mídia a serviço dos povos e não como coadjuvantes de uma elite política agro-industrial, que foi desalojada dos governos, mas ainda insiste em governar através da manipulação de opiniões, do controle de tudo que se vê, se escreve e se pública nesse país. E fundamental quebrar essa oligarquia que coloca toda a mídia (canais de TV, rádios, jornais e outros instrumentos de comunicação) nas mãos de poucas famílias no Brasil. É preciso quebrar esse oligopólio da comunicação para que possamos colocar a informação a serviço do desenvolvimento social de todos os brasileiros.

Portanto, vamos à luta! Temos pela frente mais 2 anos de gestão da nossa CUT-PR, que precisam ser focados no fortalecimento de nossos sindicatos, na possiblidade de aproximar mais sindicatos da nossa Central, com filiações de novas entidades, para que possamos instrumentalizar e preparar os trabalhadores de todos os ramos de produção para as luta políticas vindouras.

Também é fundamental na construção da luta política sindical cotidiana identificar nossos inimigos e, se necessário, fazermos alianças táticas para avançar nas conquistas para os trabalhadores, a exemplo das lutas que travamos no Paraná pela valorização do salário mínimo regional, luta de todas as centrais e com as campanhas em defesa dos nossos direitos, que muitas vezes exige que tenhamos claro qual é o que lado estamos e quem são nossos adversários. E o mais fundamental é entender que adversários são importantes em determinadas lutas que travamos conjuntamente, quando estamos nos opondo às tentativas dos inimigos dos trabalhadores de nos tirar direitos, precarizar o trabalho e subjugar os trabalhadores a condições inaceitáveis de trabalho.

Finalizo esse balanço com a certeza que teremos muitas e importantes lutas pela frente, e as enfrentaremos sempre nos preparando para os debates colocados, sempre nos perfilando ao lado dos trabalhadores e das causas sociais, buscando mais e maiores conquistas para a classe trabalhadora do Paraná. Viva a Central Única dos Trabalhadores do Paraná e seus sindicatos! Viva os trabalhadores paranaenses!

*É vice-presidente da CUT-PR

Congresso da UNE: Movimento Mudança quer “Diretas Já”

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O Movimento Mudança defende no 53° Congresso  da UNE eleições diretas para a entidade

Charge de Henfil pelas eleições diretas na fase final da ditadura

Movimento Mudança
Dos dias 30 de maio a 3 de junho, em Goiânia, ocorre o 53° Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE).  Delegações de todo o país participarão do evento. 
A corrente estudantil petista, Movimento Mudança, defende como ponto alto de sua plataforma a adoção do mecanismo das eleições diretas para a composição da diretoria da entidade, hoje a eleição é feita no próprio congresso.
Segundo as lideranças mudancistas, as diretas transformarão a UNE, democratizando mais a entidade:  “Acreditamos que as Eleições Diretas para a diretoria da UNE, podem proporcionar o reencontro da UNE com os estudantes, fortalecê-la, elevar o nível dos debates eleitorais da entidade e chacoalhar a participação dos estudantes no movimento estudantil”.

“Concorda com a gente? Também quer Eleições Diretas na UNE? Vem com a gente fazer diferente!

Convoca as lideranças do Movimento Estudantil Mudança.

PIB do Brasil fica em 2° no ranking mundial

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O PIB do Brasil cresceu 0,6% no primeiro trimestre de 2013 em comparação aos últimos três meses de 2012. O resultado mostra um empate ao índice verificado nos Estados Unidos e só fica atrás da Coreia do Sul e Japão, que apresentaram alta de 0,9% no mesmo período.

Na contramão, a Europa segue em baixa, com retração na Holanda (-0,1%), França (-0,2%), Portugal (-0,3%) e Espanha (-0,5%). Somente o Reino Unido (0,3%) e Alemanha (0,1%) tiveram tímida alta em comparação ao último trimestre de 2012.

Comparado ao mesmo trimestre de 2012, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,9%. Entre janeiro e março do ano anterior a alta tinha sido de apenas 0,8%.

Fonte: #equipe do Blog da Gleisi

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