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Arquivo do mês: outubro 2010

A imagem da Semana: Dilma, a presidente do Brasil!!!

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Dilma: esperança e compromisso com um Brasil para todos/foto: Roberto Stuckert Filho.

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Militantes e simpatizantes de Dilma realizam passeata de encerramento da campanha no centro de Curitiba

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Via Blog do Esmael

Militância segue em passeata até a Praça Tiradentes. Ato de encerramento contou com a presença de Orlando Pessuti, governador, Gleisi Hoffmann, senadora eleita pelo Paraná, e de outras lideranças partidárias do PT, PMDB, PCdoB.

Militantes e simpatizantes da candidatura de Dilma Rousseff (PT) saíram às ruas neste sábado (30), em Curitiba.

Kadu Viana registrou o início da concentração da passeata na Praça Santos Andrade. De lá, os manifestantes marcharam até a Boca Maldita.  

A militância de apoio da petista segue neste momento em direção à Praça Tiradentes, pois há uma decisão do TRE que proíbe o encerramento da campanha de Dilma na Boca Maldita.

A campanha do tucano José Serra (PSDB) não conseguiu quórum para fazer a passeata que estava programada na manhã de hoje. O evento foi cancelado a pedido do governador eleito Beto Richa (PSDB).

Humor: As coligações…

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Somente uma boa charge do Marigoni para desanuviar um pouco o clima político na reta final do 2° turno.

Folha de São Paulo de rabo preso com o passado

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Reproduzo artigo publicado no Site Carta Maior 

 Qual pode ser o interesse da empresa Folha de São Paulo em colocar suas mãos no prontuário de Dilma Roussef, guardado no Supremo Tribunal Militar? Boa coisa não é. A Folha, que deu carros para o DOI-CODI (Operação Bandeirante) armar ciladas e para transportar presos políticos para longas sessões de torturas não tem boas intenções. Essa empresa já publicou uma “ficha da Dilma” forjada pelos torturadores abrigados e escondidos em sites e blogs de difamação e insulto à democracia. Será que tem mais dessas “fichas da Dilma” para apresentar em seu currículo político?

Por Ivan Seixas*

Sempre suspeita, Folha vive de rabo preso com o passado.

Qual pode ser o interesse da empresa Folha de São Paulo em colocar suas mãos no prontuário de Dilma Roussef, guardado no Supremo Tribunal Militar? Boa coisa não é.

A Folha, que deu carros para o DOI-CODI (Operação Bandeirante) armar ciladas e para transportar presos políticos para longas sessões de torturas não tem boas intenções. Ela financiou e se beneficiou com a ditadura e acha que aquilo tudo foi uma “ditabranda”.

Como acreditar em algo que parta dessa empresa que cedeu um de seus jornais para o mesmo DOI-CODI usar como panfleto em defesa de seus assassinatos?

Essa empresa e essa família foi protegida pelo DOPS, que colocou o Delegado Roberto Ward como seu segurança particular, quando a esquerda queimou carros de entrega de jornais (aqueles carros que armavam ciladas e transportavam presos para torturas) como alerta de que a colaboração com os assassinos do DOI-CODI havia sido detectado. Seus interesses nunca foram os da sociedade brasileira.

E agora essa empresa, que nunca pediu desculpas pelo trabalho sujo que prestou aos torturadores, faz um cavalo de batalha para ter o “direito” de colocar suas mãos na ficha da candidata Dilma Roussef, às vésperas da votação do segundo turno da eleição presidencial. Nunca apoiou a abertura dos arquivos da repressão militar e agora fala em liberdade de imprensa? Muito suspeito.

Essa empresa já publicou uma “ficha da Dilma” forjada pelos torturadores abrigados e escondidos em sites e blogs de difamação e insulto à democracia. Será que tem mais dessas “fichas da Dilma” para apresentar em seu currículo político?

Ou talvez, produzirá alguma matéria com “a intenção de planejar o sequestro” de alguma figura do passado ainda atuante como fez com a suposta intenção de sequestro de Delfim Neto. Esse é seu estilo. Pegar uma possibilidade e transformá-la em matéria sensacionalista. Sempre a serviço de alguma manobra não explicitada.

O Supremo Tribunal Militar mantém sua posição republicana de não beneficiar ardis eleitorais em benefício ou em detrimento de quem quer que seja. A empresa Folha de São Paulo não comunga de ideais democráticos e republicanos quando insiste abertura seletiva da “ficha da Dilma”. Claro que há segundas intenções nessa manobra oportunista. Pode ser “apenas” vender jornais, mas pode ser algo mais sujo. Como ceder carros para torturadores, ceder um de seus jornais para esses mesmos carrascos, divulgar documentos forjados, defender a ditadura como se fosse ditabranda ou …

Irremediavelmente, a empresa dos Frias está de rabo preso com seu passado sórdido. A gente até que tenta ajudar na atualização da empresa, mas ela não quer.

(*) Integrante da Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos, filho de Joaquim Alencar de Seixas, militante do Movimento Revolucionário Tiradentes (MRT) morto em 17/04/1971. Ivan Seixas foi preso pela Operação Bandeirantes, em São Paulo, em abril de 1971, aos 16 anos de idade, junto com seu pai, o metalúrgico Joaquim Seixas. Os dois foram torturados na Oban. Ivan é jornalista e coordenador do primeiro forum de presos e perseguidos políticos de SP.

Direitos Humanos: Vannuchi vai procurar PSDB depois das eleições para aprovar a Comissão da Verdade

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Gilberto Costa
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Passado o segundo turno das eleições, no próximo domingo (31) e a dois meses do término do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro da Secretaria de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, quer iniciar uma cruzada para a aprovação do Projeto de Lei (PL) 7.376/10, que cria a Comissão Nacional da Verdade, para apurar as violações de direitos humanos ocorridas durante a ditadura militar (1964-1985).

Para aprovar o projeto, Vannuchi está disposto a negociar com o PSDB e disse que tem agendada uma conversa domingo à noite com o advogado José Gregori, secretário de direitos humanos no governo Fernando Henrique Cardoso. “Vamos procurar [o PSDB], para que PSDB e PT votem juntos nesse tema”, disse aos jornalistas após encerrar em Brasília a cerimônia de posse do novo Conselho Nacional dos Direitos do Idoso.

De acordo com o ministro, o candidato José Serra se manifestou publicamente favorável à Comissão da Verdade em evento realizado na Universidade de São Paulo (USP), no primeiro semestre do ano. A aprovação do PL este ano aliviaria da agenda do próximo governo a tensão política que há sobre a matéria. “Tem uma grande vantagem de quem vencer as eleições, Dilma ou Serra, assumirem em 1º de janeiro com essa questão resolvida”, reconheceu Vannuchi.

Para verificar a possibilidade de tramitação do projeto ainda este ano no Congresso, o secretário de Direitos Humanos consultará o presidente Lula e o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP), candidato a vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff (PT). “Tenho dúvida se há tempo hábil para isso. Mas se houver a possibilidade, vou me empenhar para que seja aprovado esse ano”, declarou Vannuchi.

Na opinião dele, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a Lei da Anistia no final de abril, que considerou que a lei perdoou agentes de Estado que tenham cometido sequestro, tortura, estupro ou assassinato em ações de repressão durante o regime militar, favorece a tramitação do PL da Comissão da Verdade.

“Como o Supremo decidiu que não cabe punição, fica mais aberto o caminho no Legislativo para a Comissão da Verdade porque ela não vai punir ninguém”, analisou. “Quando ela [a futura comissão] apresentar ao presidente ou ao Ministério Público um relatório, ninguém poderá ser punido”, explicou ao salientar que a decisão do STF “poderá mudar”.

A presidência da Câmara encaminhou em maio o projeto de lei às comissões de Trabalho de Administração e Serviço Público; de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; de Direitos Humanos e Minorias; de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça. O projeto deverá ser aprovado em comissão especial (formada por representantes daquelas comissões) e poderá ter que ser aprovado no plenário da Câmara antes de ir para o Senado. O PL tem status de “prioridade”, mas não de “urgência” com trâmite mais acelerado.

De acordo com o texto encaminhado pelo Poder Executivo, a Comissão Nacional da Verdade será integrada por sete membros, designados pelo presidente da República, “entre brasileiros de reconhecida idoneidade e conduta ética, identificados com a defesa da democracia e institucionalidade constitucional, bem como com o respeito aos direitos humanos”.

Edição: Lílian Beraldo  

Serra em queda no Sul, Sudeste, entre as mulheres e evangelicos…

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Via Blog do Zé Dirceu

Depois do Vox Populi desta semana, agora é o Datafolha divulgado na noite de ontem que confirma a queda do candidato da oposição a Presidência da República, José Serra (PSDB-DEM-PPS) nas regiões Sul e Sudeste e entre as mulheres e os eleitores evangelicos.

Consolida-se, assim, uma derrota completa de sua estratégia de campanha e de seu discurso obscurantista. José Serra perde para nossa candidata, Dilma Rousseff (governo-PT-partidos aliados), também, nas pesquisas qualitativas em imagem de honestidade, passado limpo e palavra empenhada.

Dessa forma o Datafolha confirma que três fatores arruinaram a imagem que a midia sustentou do tucano desde 2004: o caso Paulo Preto, agora agravado pelas denúncias de fraude grossa na licitação da Linha 5 do metrô paulistano; a farsa da bolinha montada em torno da agressão ao tucano que não houve no Rio na semana passada; e o não cumprimento da palavra e assinatura empenhadas (registradas em cartório), de que, se eleito, não abandonaria a Prefeitura paulistana para ser candidato a governador.

José Serra e tucanos impedem qualquer apuração

O engenheiro Paulo Vieira da Silva, o Paulo Preto, principal arrecadador das campanhas tucanas é acusado por seus companheiros de ter arrecadado ilegalmente R$ 4 milhões para o caixa do PSDB e de ter sumido com o dinheiro.

José Serra disse que nunca ouvira falar nele e só depois de chantageado pelo engenheiro que, via imprensa, ameaçou entregar todo mundo, o candidato tucano lembrou-se que o conhecia e o defendeu considerando-o correto e inocente.Mas, o PSDB e seu candidato não querem que se apure nada.  

A denúncia da Folha de S.Paulo sobre irregularidades em licitação do novo trecho do metrô paulistano levou o governador Alberto Goldman (PSDB) a suspender o inicio das obras deste trecho. O jornal divulgou que já conhecia seis meses antes de anunciados os vencedores da concorrência para as obras da linha 5 (Lilás) do metrô.

Acerto entre empreiteiras quando Serra era governador

“Essas denúncias foram depois do meu governo. O que eu acredito é que pode ter havido acordo entre empresas”, desculpa-se agora o candidato tucano. Não é verdade. A Folha gravou o vídeo dia 20 e registrou o resultado da licitação dia 23 de abril pp. menos de 10 dias antes de José Serra deixar o governo para disputar o Planalto.

O jogo de cartas marcadas, portanto, foi feito no governo dele. José Serra costuma dizer em sua campanha não ter nenhum escândalo a envolvê-lo, esquecido completamente desta denúncia de agora, do caso Paulo Preto, dos Sanguessugas (quando ele era ministro da Saúde) da multinacional Alstom…

Como sempre utilizou os cargos que ocupa como trampolim para disputar outros, na campanha eleitoral de 2004 José Serra assinou documento registrado em cartório, no qual se comprometia solenemnte, caso eleito, a cumprir o mandato de prefeito de São Paulo até o fim. Elegeu-se e um ano e quatro meses depois abandonou o posto para ser candidato a governador.

Lideranças do PV do Paraná declaram apoio a Dilma

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Milton Alves, Enio Verri, Melo Viana, Gleisi Hoffmann e Rasca Rodrigues

O presidente do PV do Paraná, Melo Viana, declarou oficialmente, nesta segunda-feira (dia 25), seu voto para presidente em Dilma Roussef durante Ato Verde em favor da candidata petista no Granville Park Hotel, Centro de Curitiba. “Confesso que estou emocionado neste momento, pois, em 1988, o PT estava ao lado do PV na eleição para prefeito de Curitiba, e hoje, num momento histórico que o país vive, não poderia ser diferente. Declaro com muito orgulho que voto em Dilma para presidente”, afirmou Melo Viana, em seu discurso.

O Ato Verde contou com a presença do deputado estadual eleito Rasca Rodrigues (PV), da senadora eleita Gleisi Hoffmann (PT), do presidente do PT do Paraná, Enio Verri, do deputado federal dr. Rosinha (PT), da deputada estadual Luciana Rafagnin (PT), do vereador Jonny Stica (PT), do diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Jorge Samek, de Edson Feltrin, do PDT, e de Milton Alves, do PC do B, além de dirigentes verdes como o vice-presidente do PV-PR, Aloísio Nascimento, do secretário de Organização, Francisco Caetano, do secretário-adjunto de Finanças, Marcos Masnik, do secretário da Juventude, Raphael Rolim de Moura, e de ex-candidatos a deputados estaduais e federais.

Melo Viana lembrou que o PV do Paraná respeita decisão da Executiva Nacional que aprovou a independência no segundo turno e liberou os dirigentes para declarem ou não em quem vão votar. “No Paraná, a maioria dos dirigentes verdes está com Dilma, como no restante do país.” O presidente do PV citou que nos estados do Maranhão, Alagoas, Sergipe, Ceará, Pará, Distrito Federal e parte de Minas Gerais e Bahia, os verdes também estão com a candidata petista. “Não podemos retroceder. Temos que seguir mudando com os avanços obtidos pelo governo Lula.”

Em seu discurso de agradecimento pelo apoio recebido dos dirigentes verdes, tanto Gleisi como Verri afirmaram que a candidatura de Marina Silva pelo PV mobilizou a sociedade para discussão do meio ambiente. “A história fará o reconhecimento da postura tomada pelos verdes do Paraná”, disse Gleisi, completando que hoje o PT e o PV estão de braços dados pelo Brasil.

Crédito da foto: Kiko FelicianoFonte

Assessoria de Imprensa do PV do PR

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