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Arquivo do mês: setembro 2010

O espectro da censura tucana ronda a campanha eleitoral no Paraná

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Um espectro ronda a campanha eleitoral no Paraná: o espectro da censura tucana. Trata-se da sanha censória e fascista da campanha do candidato ao governo do Estado Beto Richa(PSDB). Desde de meados de setembro nenhuma pesquisa eleitoral sobre a disputa para o governo do estado foi divulgada. Um atentado contra o direito à informação, que só agora começa a ganhar repercussão na mídia nacional. A atitude da campanha tucana lembra os velhos tempos do período autoritário. É isso mesmo, uma ação de corte tipicamente fascista.

A campanha de Beto Richa censurou os principais e mais respeitados institutos e empresas de pesquisas do país, sofreram o tacão da censura tucana o Ibope, o Vox Populi, o Datafolha(duas vezes), Band/Ig e um instituto local. Uma verdadeira sanha contra um mecanismo usual e consagrado em todas as campanhas eleitorais no Brasil e no planeta.

O mais interessante deste lamentável e grotesco episódio, é que quando as pesquisas foram favoráveis ao candidato tucano todas eram divulgadas com alarido e estridência, ressaltando a sua possibilidade de vitória. Agora as mesmas pesquisas são objetos de censura. O fato é inédito, nunca na história recente nenhum candidato, em qualquer nível de disputa, censurou em bloco as pesquisas eleitorais – controvérsias, questionamentos, sempre houve, mas uma ação sistemática e planejada como estratégia de campanha nunca tinha ocorrido.

Pois bem. A situação é reveladora do despreparo do candidato tucano, que tenta esconder a realidade a partir de ações jurídicas, impedindo a publicação das pesquisas e sondagens eleitorais. Também chama atenção neste episódio o papel do TRE, que tem validado esse tipo de postura, e dos próprios orgãos de imprensa, sempre tão zelosos e cientes de pretensas ameaças a liberdade de opinião, imprensa e expressão. A verdade é que não assistimos, por exemplo, da parte da corporação Folha S.A, da qual o Datafolha é integrante, qualquer condenação mais veemente ao ultraje.

Fico imaginando, apenas imaginando, se fosse a campanha de Dilma(PT) ou de Osmar(PDT) que recorresse a tal expediente, seria um deus-nos-acuda da velha mídia, da OAB, da Abert, da “Transparência Brasil”, ongs, todos denunciando “o chavismo”, “o controle da opinião”, “a ameaça a liberdade de expressão”. Não é mesmo?.

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Quando os tucanos pedem censura

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Reproduzo artigo do colunista da Revista Época Paulo Moreira Leite, que aborda a censura praticada no Paraná pelo candidato do PSDB ao governo do estado Beto Richa às sondagens eleitorais. Trata-se para o jornalista de uma truculência dos tucanos e um vexame contra o direito à informação. Leia.

Paulo Moreira Leite*

Menos de uma semana depois que o PSDB promoveu um ato de protesto em defesa da liberdade de imprensa, no Largo São Francisco, em São Paulo, Mauro Paulino, diretor do DataFolha, escreve no jornal:

“Enquanto o PT vociferava contra os excessos da imprensa, o PSDB opunha-se concretamente ao direito constitucional de livre acesso à informação, censurando divulgações de pesquisas no Paraná. A pedido do candidato tucano Beto Richa, os juízes do TRE local proibiram os institutos de divulgar seus resultados. A decisão transforma o Paraná em um sombrio laboratório da classe política em seu anseio de reservar essas informações apenas para consumo próprio. Aos eleitores, cobaias da desinformação, oferecem em troca a boataria das porcentagens.”

Trata-se de um caso didático para quem levou a sério as denuncias de ameaça à liberdade de imprensa levantadas nos últimos dias. Eu sempre disse que eram acusações de fundo eleitoral. O vexame paranaense demonstra isso.

Até agora, Lula pode ter xingado e esbravejado. Acho que o presidente tem o direito de manifestar sua opinião, mas que precisa ser cometido e manter a prudência, pois se trata de uma autoridade com poder de perseguir, pressionar — e até de assinar cheques.

Mas é preciso reconhecer que Lula não foi à Justiça para pedir a publicação de notícias desagradáveis contra seu governo. Imagine se tivesse feito isso quando surgiram as denúncias sobre Erenice Guerra. Ou se resolvesse impedir a divulgação das pesquisas que mostram que a vantagem de Dilma Rousseff diminuiu.

Este é o aspecto curioso deste episódio. Os tucanos acusam os petistas de pressionar a imprensa para não publicar notícias desagradáveis. Mas, na  hora da dificuldade, é o PSDB quem parte para a truculência.

Isso ensina alguma coisa?

Acho que sim — e lembra, em escala miniatura, aquilo que aconteceu em 1964. Me perdoem a comparação, mas ela é inevitável.

Depois de acusar um governo constitucional de preparar a instauração de uma republica sindicalista e abrir o terreno para um regime comunista, seus adversários deram um golpe de Estado, suspenderam as liberdades e as eleições democráticas por 25 anos.

Ao promover a censura, uma semana depois de acusar o governo Lula de pretender fazê-lo, os tucanos do Paraná deram uma demonstração da fraqueza de seus anunciados compromissos com a liberdade, não é mesmo?

*Artigo publicado na Revista Época (Coluna Vamos Combinar)

“Osmar é nosso companheiro”

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Representantes de trabalhadores destacam ação de Osmar no Senado Centrais sindicais: “Osmar é nosso ccompanheiro”

Hoje pela manhã no Hotel Elo, centro de Curitiba, um ato desagravo organizado pelas centrais sindicais em apoio a Osmar Dias(PDT), que nas últimas semanas tem sido atacado de forma covarde e vil pela campanha do tucano Beto Richa, reuniu as centrais sindicais CUT, Força Sindical, CTB, CGTB, UGT, Nova Central e inúmeros sindicatos.

O conjunto do movimento sindical paranaense repudiou a campanha caluniosa dos tucanos e reafirmou a necessidade da vitória de Osmar Dias, como meio para ampliar e fortalecer as conquistas dos trabalhadores no estado. Os dirigentes sindicais destacaram o compromisso de Osmar Dias com as causas trabalhistas.

Por sua vez, Osmar declarou que “das quase mil reuniões e atos de campanha, aquele momento era um dos mais significativos. Me sinto vitaminado pela energia dos trabalhadores”. 

O Senador Osmar Dias, acompanhado do candidato a vice Rocha Loures(PMDB) enfatizou mais uma vez “que no seu futuro governo o diálogo com os trabalhadores será permanente” e conclamou todos “para um esforço concentrado e total nestes últimos dias de campanha”.

Os dirigentes e ativistas sindicais sairam do encontro com uma ampla agenda de visitas às fábricas, terminais, praças com o objetivo de assegurar a vitória da Aliança liderada por Osmar, Gleisi e Requião.

Como afirmou o dirigente da CTB Zenir Teixeira: “eleger Osmar é eleger um companheiro”.

Por que Dilma

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Por Gilberto Carvalho*
 
Porque queremos que esta nova luz que começou a brilhar no olhar de milhões de brasileiros, como sinal de afirmação humana e cidadã, continue a brilhar sempre mais.
 
Porque queremos que esta autoestima que se afirma no coração e na mente de um povo por tanto tempo humilhado e excluído se consolide e afugente para sempre o triste “complexo de vira-latas” que vitimou aqueles que diziam nos representar.
 
Porque sabemos que a chave e a questão mais profunda do atual debate eleitoral é esta: a emergência de uma nova consciência, de um novo posicionamento de milhões de pessoas mantidas até aqui cuidadosamente “em seu lugar”, destinadas apenas a reproduzir a riqueza e a reproduzir o pensamento, usos e costumes dos senhores e dos “formadores de opinião”.
 
O significado do governo deste presidente, que desconcerta tanto os seguidores dos velhos manuais, vai muito além do novo posicionamento do Brasil na comunidade internacional; vai muito além da implementação deste modelo econômico que nos permitiu crescer e ao mesmo tempo distribuir renda e retirar milhões da miséria.
 
Vai muito além dos benefícios sociais e de tantas conquistas obtidas pelas maiorias e minorias marginalizadas, levando mais de 30 milhões de brasileiros a ingressar na classe média.
 
Todas elas são, por certo, muito importantes e constituem base material que assegura o apoio ao presidente e a seu governo, mesmo após anos seguidos da mais dura e absolutamente livre crítica, muitas vezes infundada, desrespeitosa e eivada de vil preconceito.
 
Na verdade, o significado mais profundo do exercício do governo por este “sobrevivente da tribulação”, com todos os seus limites e erros, é esta ruptura que ocorre quando a população percebe que “um de nós” mostra ser possível ultrapassar muros antes intransponíveis.
 
Porque esta relação com um presidente que representa as maiorias não só por ter sido eleito mas por “ser um dos nossos” produziu no nosso povo um fenômeno inédito, de identificação que teve consequências de difícil avaliação.
 
Porque esta identificação não ficou apenas na simples contemplação, mas na assunção efetiva de um novo papel que as grandes maiorias passaram a exercer.
 
Essa gente começa a ocupar seu novo lugar e a exigir a vigência de uma democracia verdadeira, em que novos direitos são conquistados e partilhados, sem guerras, mas com muita firmeza.
 
Esse povo começa a pisar em terrenos antes proibidos, do Palácio do Planalto às poltronas dos aviões, dos supermercados e lojas de eletrodomésticos às universidades, teatros e cinemas… Essa gente começa a pensar com cabeça própria. E aí não tem volta.
 
É, de fato, muito difícil para a casa grande, particularmente para seus áulicos, admitir que a senzala se moveu e que não se sabe onde isso pode parar. Isso explica a raiva destilada em tantos textos de iluminados e donos da verdade… É justamente este processo do nosso povo, com o qual sempre sonhamos, e que apenas começa, que queremos ver continuar… E Dilma, que não tem um projeto pessoal, mas que se entrega a um projeto coletivo; Dilma, que tem toda a energia deste povo com quem passou a conviver; que tem grande competência, forjada em tantos anos de trabalho, e que tem, sobretudo, um coração sensível, pode levar adiante esta reconstrução de nosso povo e do nosso país.
 
Para o bem da democracia plena e verdadeira. Para o bem da paz social, do respeito aos direitos de todos e para a queda de tantos muros que até aqui separam irmãos. Por isso, Dilma!
 
*Chefe de Gabinete da Presidência da República
 
Fonte: Jornal Folha de São Paulo

Capitalização torna Petrobras segunda maior empresa do mundo em valor de mercado

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Vinicius Konchinski*
Repórter da Agência Brasil

São Paulo – A Petrobras tornou-se a segunda maior empresa do mundo em valor de mercado com a capitalização para estruturar a exploração do petróleo na camada pré-sal. Após o aporte de cerca de US$ 70 bilhões em seu capital, o valor da estatal no mercado de ações atingiu os US$ 220 bilhões (R$ 337 bilhões).

Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, só a companhia norte-americana Exxon vale mais do que a Petrobras. A Exxon tem valor aproximado de US$ 290 bilhões. Mantega disse hoje (24), durante o lançamento da oferta pública de ações da Petrobras, em São Paulo, que o tamanho da empresa tornará viável o plano de investimentos.

Com mais capital, ela passa a ter maior capacidade de endividamento. Assim, poderá captar os US$ 224 bilhões necessários para estruturar a exploração na camada pré-sal, segundo o ministro da Fazenda. “Com mais capital, a empresa pode contrair mais empréstimos e trabalhar menos alavancada”, explicou. “A capitalização ainda deixa a empresa com um caixa de US$ 25 bilhões para investir.”

O ministro disse ainda que são esses investimentos que vão afastar de vez o risco da chamada “doença holandesa” do país. O termo é usado para definir o excesso de dependência de certos países da exportação de seus recursos naturais, como o petróleo.

“A Petrobras hoje é um dos principais agentes de desenvolvimento do país. Boa parte dos seus investimentos é destinada a estimular a indústria nacional”, disse o ministro. “Está afastada do Brasil a maldição do petróleo”, completou.

Edição: Juliana Andrade

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Via Agência Brasil

A palavra de Lula e o compromisso de Osmar

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O presidente Lula esteve ontem em Curitiba, junto com Dilma Rousseff(PT), para realizar mais um comício em apoio a Osmar Dias(PDT). O evento, que reuniu mais de 20 mil pessoas, foi realizado no Sítio Cercado, zona sul de Curitiba. A presença de Lula no Paraná, hoje ele estará em Maringá, ocorre no momento de virada da campanha de Osmar Dias, que cresce em todo estado e em Curitiba e região metropolitana.

O comício foi realizado num clima de grande vibração e otimismo, ressaltando a convicção da aliança liderada por Osmar Dias da vitória nas urnas. Osmar reafirmou mais uma vez os seus compromissos com os trabalhadores, com a ampliação dos programas sociais em curso, e, principalmente, as propostas para impulsionar mais ainda o desenvolvimento econômico e social do estado. Em contraste com a candidatura do tucano neoliberal Beto Richa(PSDB), que realiza uma sórdida e caluniosa campanha contra Osmar e seus familiares, o candidato da Aliança União pelo Paraná foi firme, sereno e concentrado em estimular mais ainda os seus eleitores de Curitiba.

A candidata à presidência Dilma Rousseff falou da importância do momento político do país e lembrou, mais uma vez, aos paranaenses a necessidade de eleger Osmar Dias.

Por sua vez, o presidente Lula comparou as conquistas do seu governo com o período de FHC e dos tucanos. Lula disse”que durante o governo dos tucanos o país estagnou, havia desemprego e foram realizadas as privatizações. Além das dívidas com o FMI”. O presidente afirmou também “que essa gente só lembra de pobre nas eleições e depois governa para os ricos e poderosos. Chamavam o Bolsa Família de bolsa esmola e arrocharam o salário dos trabalhadores. E agora querem enganar o povo, só que o povo não é bobo”.

Intensamente aplaudido, Lula pediu o voto para a Dilma Rousseff, Osmar Dias e para os candidatos ao Senado Gleisi e Requião. No término do comício, testemunhei  famílias inteiras, avós, casais e seus filhos, retornando para as suas casas, alegres e confiantes nas palavras de mudança e esperança do companheiro presidente. Gente simples, o povo trabalhador, a base social que acolheu e apoia fervorosamente Lula e seu governo transformador.

Arrancada para a vitória com Lula, Dilma e Osmar

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva volta ao Paraná nesta quarta-feira (22) para confirmar a virada da eleição de Osmar Dias (PDT) ao governo. Desta vez, Lula fará comício no Sítio Cercado, no Parque do Semeador. A concentração começa às 18 horas.

O evento terá a participação da candidata a presidente Dilma Rousseff (PT), dos candidatos ao Senado pela chapa, Roberto Requião (PMDB) e Gleisi Hoffmann (PT), e do governador, Orlando Pessuti (PMDB).

Lula já esteve no Paraná duas vezes. O primeiro comício aconteceu em Curitiba, em julho, e reuniu 20 mil pessoas na Boca Maldita. Pouco mais de um mês depois, em setembro, o presidente foi a Foz do Iguaçu, quando 15 mil paranaenses se reuniram para apoiar Osmar governador.

Foi o próprio presidente que articulou a união dos partidos PDT, PMDB, PT, PSC, PR e PCdoB em torno de Osmar. A preocupação era pela continuidade das políticas que elevaram de classe, nos últimos oito anos, 31 milhões de pessoas, e tiraram da miséria outras 24 milhões.

“Não tenho dúvida, olhando nos olhos dos dois candidatos (ao governo estadual), que devo dizer ao povo do Paraná para que vote no Osmar. Vocês estarão colocando o governo do Estado nas mãos de alguém de caráter, com responsabilidade e dono de uma história política que nunca traiu os compromissos assumidos”, disse Lula no evento em Foz.

Serviço:

Comício da Virada com Lula, Dilma, Osmar, Requião e Gleisi
Data: 22/09
Horário: 18 horas
Local: Parque do Semeador – próximo ao terminal do Sítio Cercado, na rua Coronel Joaquim A. de Azevedo

Fonte:  http://osmardias.com.br/

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